Atores russos

Hoje, atores russos serão apresentados à sua atenção. Os tanques de sujeira não têm medo - o nome do filme em que todos participaram. Esta é uma imagem, que consiste em quatro séries e 5 escritores russos que você deveria ler Leitura difícil é compensada por profundidade de temas e personificação de autores nas obras. Literatura. Anton Tchekhov (Reprodução) A primeira coisa que nos vem à cabeça quando pensamos em Literatura Russa é que a leitura é praticamente impossível. Isso faz com que, muitas vezes, deixemos ... Atores russos - 'Noiva com reabastecimento' Hoje vamos falar sobre o filme 'The Bride withreabastecimento '. Atores e funções são apresentados abaixo. A imagem combinava os gêneros da comédia e do melodrama. A fita foi lançada em 2014. Igor Nurislamov dirigiu o filme. Teespring is the free and easy way to bring your ideas to life. Design your product, set a price, and start selling. Teespring handles the rest - production, shipping, and customer service - and you keep the profit! Sede da Copa do Mundo deste ano, a Rússia é o maior país do mundo, mas ainda é pouco conhecida pelos brasileiros. Nós selecionamos 10 artistas russos que são muito famosos por lá, para ... Russo's. An Experience for Food Lovers. Shop Online Now. 560 Pleasant Street, Watertown, MA 02472. 617-923-1500. Open Daily 9am-5pm Atores de filmes famosos estão disponíveis em quase todos os países do mundo. Afinal, os filmes são filmados estão agora em quase toda parte. Mas não é uma celebridade mundial, algo sobre eles e será discutido em nosso artigo. ... atores famosos russos ... Os russos são representados pelo belo casal Kaidanovski. No filme, eles parecem ter saído de uma família que teve que sobreviver na taiga por anos. Eles são durões, fisicamente fortes, não são muito falantes e, como os russos verdadeiros, podem enfrentar qualquer coisa. Arriscando suas vidas, eles salvam toda a China. Atores russos contemporâneos são frequentemente chamados para encarnar personagens russos ou eslavos. Já virou tradição eles interpretarem os vilões, mas hátambém exceções dignas de nota. O Russia Beyond compilou uma lista dos papeis mais marcantes vividos por russos em blockbusters recentes produzidos por Hollywood.

More about Belarus color "revolution"

2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2019.07.31 20:14 Matmil1342 Como mapear idiotas

1) primeiro lance o boato sobre os mísseis antiaéreos russos na mão do Hezbollah na Venezuela, quem acredita nisso acredita em qualquer coisa.
2) mapeado o primeiro nível, agora vamos para o segundo, lançando o boato hacker russo e as ambiguidades de todos os atores envolvidos, de novo, mapeando os idiotas.
3) após mapear e classificar os idiotas, lança duas operações toscas, um boato de grupo ecoterrorista e uma operação fake para prender possíveis hackers tabajara que usam Windows e não usa VPN( e os russos?).
4) extra: muitos dos envolvidos revelam comportamentos ambíguos e estranhos, assim a narrativa oficial se mantém de pé, será colaboradores?(quinta coluna?).
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2018.05.25 12:39 DeepNavyBlue Ator é condenado a 95 anos de prisão por estuprar crianças e compartilhar vídeos em site russo

Ator é condenado a 95 anos de prisão por estuprar crianças e compartilhar vídeos em site russo submitted by DeepNavyBlue to brasil [link] [comments]


2018.05.11 16:01 IanMoone13 (POTENTIAL SPOILERS) Avengers 4 Theory Loki

Now this is just a short theory here based on an interview with Mark Ruffalo, about how Loki could possibly and logically be resurrected in Avengers 4.
In the interview Mark was asked about actors who he had worked with recently while filming for Avengers 3 and 4. After talking about what it was like to work with Joaquin Phoenix, Mark strangely named both Cate Blanchett who portrays Hela in Thor Ragnarok (*Loki and Thor's oldest and previously unknown sister*) and Tilda Swinton who portrayed the Ancient One in Doctor Strange, (*mentor to Dr. Strange Mordo, Wong and Kaecillius*).
I found this interview strange given that I could not find any movies that were coming out with Mark Ruffalo in them that also starred either of the actresses. The fact that both ladies played characters in the MCU who both "*died*" was also interesting. The Russo brothers also gave an interview about the surprising amount of characters who would be in the Avengers movies and that they would "shock us".
Though I do not believe that Hela died at the end of Thor 3 given that she is a goddess like her brothers and is the Goddess of Death. (*And in interviews for Thor 3 Taikia said that they were in fact Gods and made sure to keep reminding people of that fact, so perhaps this is a different playing field from aliens, super-humans and humans.*)
The Ancient One I think perhaps did in fact die given that touching moment in Doctor Strange in the hospital after her battle with Kaecillius, but perhaps she simply moved on to another plane of existence, a heaven of sorts? Perhaps she appeared as a vision or someone Bruce may have met while travelling the world helping people.
There are also reports on twitter and tumblr that Mark Ruffalo actually stated that he *did* in fact film a scene with Cate Blanchett but for Av4.
Cate Blanchett was spotted while they were filming of Av4 in 2017 in England.
You know who else was in England in 2017?
Tom Hiddleston, Chris Hemsworth, Tessa Thompson and the double who plays rocket raccoon.
We know from set photos that filming has taken place once again in the Durham Cathedral, the same location used in Age of Ultron where Thor and Selvig go and Thor sees visions of Ragnarok a nightmarish version of Heimdall (*this is also where Tom's Loki scene was set to be in AoU but was cut due to the test audiences believing Loki was the one controlling Ultron.*).
A dummy prop of Rocket Raccoon was also seen on set as well as a fully functioning Mjolnir. (*Not yet destroyed by Hela it seems so possible time travel?*)
We can also see Thor's Hammer on set when next to Loki on the Battle of New York set when Loki is muzzled (*and strangely has a stunt double for a scene where there had been no fighting*) standing before Tony in both a black sabbath shirt and a SHIELD uniform(*again possible time travel*).
The Theory
I propose that the reason Thor, Rocket, Valkyrie, and Hela are all there at the church once more is to gain access to the cave that Thor used in AoU with Erik Selvig. To use it in some way to allow Thor to travel to Hel and confront Hela who is trapped or residing down there once more after her defeat in Thor Ragnarok to help him bring their brother Loki back from the dead.
Now this is just a theory but this could be how Loki may potentially come back from the dead beside other characters who died pre-snap like Vision and Gamora, and those who were dusted post snap like Spidey, Black, Panther, Falcon, and Scarlett Witch.
I have placed the following links below showing the film set and to one of Mark's interviews.
https://twitter.com/MCU_Tweets/status/860163383382945797?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.flickeringmyth.com%2F2017%2F05%2Fvalkyrie-and-rocket-raccoon-join-the-avengers-infinity-war-shoot%2F&tfw_creator=flickeringmyth&tfw_site=flickeringmyth
 
https://twitter.com/MCU_Tweets/status/860163383382945797?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.flickeringmyth.com%2F2017%2F05%2Fvalkyrie-and-rocket-raccoon-join-the-avengers-infinity-war-shoot%2F&tfw_creator=flickeringmyth&tfw_site=flickeringmyth
 
https://twitter.com/MCU_Tweets/status/860131416700588032?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.flickeringmyth.com%2F2017%2F05%2Fvalkyrie-and-rocket-raccoon-join-the-avengers-infinity-war-shoot%2F&tfw_creator=flickeringmyth&tfw_site=flickeringmyth
 
https://twitter.com/FahrLight/status/859887094709334017?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.flickeringmyth.com%2F2017%2F05%2Fvalkyrie-and-rocket-raccoon-join-the-avengers-infinity-war-shoot%2F&tfw_creator=flickeringmyth&tfw_site=flickeringmyth
 
https://twitter.com/luisdrils/status/859948693499326464?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.flickeringmyth.com%2F2017%2F05%2Fvalkyrie-and-rocket-raccoon-join-the-avengers-infinity-war-shoot%2F&tfw_creator=flickeringmyth&tfw_site=flickeringmyth
 
https://twitter.com/leelbrennan/status/860093689804316672?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.comicbookmovie.com%2Favengers%2Favengers_infinity_war%2Favengers-infinity-war-shoots-at-durham-cathedral-as-thor-ragnaroks-tessa-thompson-arrives-on-set-a150838
(^ other twitter users noticed that Tom had arrived on set with Chris)
 
https://twitter.com/mcu_tweets/status/860569386142269440?lang=en
 
https://www.express.co.uk/entertainment/films/884031/Avengers-Infinity-War-DEAD-characters-Hela-Ancient-One-Tilda-Quicksilver-who-dies
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2017.05.21 05:12 tombstoneshadows28 All of the MPAA/CARA-rated films of 1982 (out of the 3,100 films released worldwide that year.)

G
  1. A Nameless Band (Director: Lyudmil Kirkov)
  2. Bugs Bunny’s 3rd Movie: 1001 Rabbit Tales (Directors: Friz Freleng, Chuck Jones + Robert McKimson)
  3. Heidi’s Song (Director: Robert Taylor)
  4. La traviata (Director: Franco Zeffirelli)
  5. Mountain Charlie (Director: George Stapleford)
  6. Spittin’ Image (Director: Rusty Kern)
  7. The Last Unicorn (Directors: Jules Bass + Arthur Rankin, Jr.)
  8. The Secret Of NIM*H (Director: Don Bluth)
  9. We Of The Never Never (Director: Igor Auzins)
PG
  1. A Good Marriage (Director: Éric Rohmer)
  2. A Little Sex (Director: Bruce Paltrow)
  3. A Midsummer Night’s Sex Comedy (Director: Woody Alle)
  4. Airplane II: The Sequel (Director: Ken Finkleman)
  5. Android (Director: Aaron Lipstadt)
  6. Annie (Director: John Huston)
  7. Ator, The Fighting Eagle (Director: Joe D’Amato)
  8. Author! Author! (Director: Arthur Hiller)
  9. Barbarosa (Director: Fred Schepisi)
  10. Battletruck (Director: Harley Cokeliss)
  11. Beach House (Director: John A. Gallagher)
  12. Best Friends (Director: Norman Jewison)
  13. Cannery Row (Director: David S. Ward)
  14. Chasing Dreams (Directors: Therese Conte + Sean Roche)
  15. Cold River (Director: Fred G. Sullivan)
  16. Come Back To The Five + Dime, Jimmy Dean, Jimmy Dean) (Director: Robert Altman)
  17. Dead Men Don’t Wear Plaid (Director: Carl Reiner)
  18. Deathtrap (Director: Sidney Lumet)
  19. Don’t Cry, It’s Only Thunder (Director: Peter Werner)
  20. Dragon Strike (Director: Jackie Chan)
  21. E.T. The Extra-Terrestrial (Director: Steven Spielberg)
  22. Enigma (Director: Jeannot Szwarc)
  23. Evil Under The Sun (Director: Guy Hamilton)
  24. Experience Preferred...But Not Essential (Director: Peter Duffell)
  25. Firefox (Director: Clint Eastwood)
  26. Fitzcarraldo (Director: Werner Herzog)
  27. Five Days One Summer (Director: Fred Zinnemann)
  28. Foxfire Light (Director: Allen Baron)
  29. Gandhi (Director: Richard Attenborough)
  30. Hammett (Director: Wim Wenders)
  31. Hanky Panky (Director: Sidney Poitier)
  32. Harry Tracy: The Last Of The Wild Bunch (Director: William A. Graham)
  33. Highpoint (Director: Peter Carter)
  34. Honkytonk Man (Director: Clint Eastwood)
  35. I Ought To Be In Pictures (Director: Herbert Ross)
  36. If You Could See What I Hear (Director: Eric Till)
  37. Jimmy The Kid (Director: Gary Nelson)
  38. Kiss Me Goodbye (Director: Robert Mulligan)
  39. Klynham Summer (Director: Sam Pillsbury)
  40. L'étoile du Nord (Director: Pierre Granier-Deferre)
  41. Liar’s Mon(Director: David Fisher)
  42. MegaForce (Director: Hal Needham)
  43. Melanie (Director: Rex Bromfield)
  44. Missing (Director: Costa-Gavras)
  45. Moonlighting (Director: Jerzy Skolimowski)
  46. Mother Lode (Director: Charlton Heston + Fraser C. Heston
  47. My Favorite Year (Director: Richard Benjamin)
  48. Night Crossing (Director: Delbert Mann)
  49. O’Hara’s Wife (Director: William Bartman)
  50. One Dark Night (Director: Tom McLoughlin)
  51. Pandemonium (Director: Alfred Sole)
  52. Parsifal (Hans-Jürgen Syberberg)
  53. Plata dulce (Director: Fernando Ayala)
  54. Poltergeist (Director: Tobe Hooper)
  55. Rocky III (Director: Sylvester Stallone)
  56. Safari 3000 (Director: Harry Hurwitz)
  57. Savannah Smiles (Director: Pierre De Moro)
  58. Six Pack (Director: Daniel Petrie)
  59. Six Weeks (Tony Bill)
  60. Slapstick Of Another Kind (Director: Steven Paul)
  61. Star Trek II: The Wrath Of Khan (Director: Nicholas Meyer)
  62. Starstruck (Director: Gillian Armstrong)
  63. Still Of The Night (Director: Robert Benton)
  64. Summer Heat (Director: Jack Starrett)
  65. Swamp Thing (Director: Wes Craven)
  66. Tron (Director: Seven Lisberger)
  67. T.A.G. The Assassination Game (Director: Nick Castle)
  68. Tempest (Director: Paul Mazursky)
  69. Tex (Director: Tim Hunter)
  70. The Avenging (Director: Lyman Dayton)
  71. The Beastmaster (Director: Don Coscarelli)
  72. The End Of August (Director: Bob Graham)
  73. The Escape Artist (Director: Caleb Deschanel)
  74. The Grey Fox (Director: Philip Borsos)
  75. The Junkman (Director: B.B. Halicki)
  76. The King Of Comedy (Director: Martin Scorsese)
  77. The Loch Ness Horror (Director: Larry Buchanan)
  78. The Man From Snowy River (Director: George Miller)
  79. The Return Of The Soldier (Director: Alan Bridges)
  80. The Sound Of Murder (Director: Michael Lindsay-Hogg)
  81. The Toy (Director: Richard Donner)
  82. The Year Of Living Dangerously (Director: Peter Wi
  83. They Call Me Bruce? (Director: Elliott Hong)
  84. Time Walker (Director: Tom Kennedy)
  85. Timerider: The Adventures Of Lyly Swann (Director: William Dear)
  86. Tootsie (Director: Sydney Pollack)
  87. Trail Of The Pink Panther (Director: Black Edwards)
  88. Twilight Time (Director: Goran Paskaljevic)
  89. Valentina (Director: Antonio José Betancor)
  90. VictoVictoria (Director: Blake Edwards)
  91. Volver a empezar (Director: José Luis Garci)
  92. Wacko (Director: Greydon Clark)
  93. Waltz Across Texas (Director: Ernest Day)
  94. White Dog (Director: Samuel Fuller)
  95. Whitewater Sam (Director: Keith Larsen)
  96. Yes, Giorgio (Director: Franklin J. Schaffner)
  97. Yol (Directors: Serif Gören + Yilmaz Güney)
R
  1. 1990: The Bronx Warriors (Director: Enzo G. Castellari)
  2. 48 HRS (Director: Walter Hill)
  3. A Question Of Silence (Director: Marleen Gorris)
  4. A Stranger Is Watching (Director: Sean S. Cunningham)
  5. A Time To Die (Directors: Matt Cimber + Joe Tornatore)
  6. Alone In The Dark (Director: Jack Sholder)
  7. Amityville II: The Possession (Director: Damiano Damiani)
  8. Amor Estranho Amor (Director: Walter Hugo Khouri)
  9. An Officer + A Gentleman (Director: Taylor Hackford)
  10. Angel (Director: Neil Jordan)
  11. Angel (Director: Giorgos Katakouzinos)
  12. Aphrodite (Director: Robert Fuest)
  13. Baker County, U.S.A. (Director: William Fruet)
  14. Bankers Also Have Souls (The Gift) (Director: Michel Lang)
  15. Blade Runner (Director: Ridley Scott)
  16. Blood Link (Director: Alberto De Martino)
  17. Bloodtide (Director: Richard Jefferies)
  18. Boarding House (Director: Jon Wintergate)
  19. Boat People (Director: Ann Hui)
  20. Boss Lady (Director: Chris Warfield)
  21. BrainWaves (Director: Ulli Lommel)
  22. Brimstone + Treacle (Director: Richard Loncraine)
  23. Britannia Hospital (Director: Lindsay Anderson)
  24. Burned At The Stake (Director: Bert I. Gordon)
  25. Butterfly (Director: Matt Cimber)
  26. Cat People (Director: Paul Schrader)
  27. Chunyong-ran (Directors: Godfrey Ho + Hyeok-su Lee)
  28. Class Reunion (Director: Michael Miller)
  29. Class Of 1984 (Director: Mark L. Lester)
  30. Conan The Barbarian (Director: John Milius)
  31. Countryman (Director: Dickie Jobson)
  32. Creepshow (Director: George A. Romero)
  33. Dead Easy (Director: Bert Deling)
  34. Deadly Eyes (Director: Robert Clouse)
  35. Deadly Games (Director: Scott Mansfield)
  36. Dear Mr. Wonderful (Director: Peter Lilienthal)
  37. Death Screams (Director: David Nelson)
  38. Death Valley (Director: Dick Richards)
  39. Death Wish II (Director: Michael Winner)
  40. Demonios en el Jardín (Director: Manuel Gutiérrez Aragón)
  41. Diner (Director: Barry Levinson)
  42. Eating Raoul (Director: Paul Bartel)
  43. Endangered Species (Director: Alan Rudolph)
  44. Fake-Out (Director: Matt Cimber)
  45. Fanny + Alexander (Director: Ingmar Bergman)
  46. Fast Times At Ridgemont High (Director: Amy Heckerling)
  47. Fast-Walking (Director: James B. Harris)
  48. Ferocious Female Freedom Fighters (Directors: Jopi Burnama + Charles Kaufman)
  49. Fighting Back (Director: Lewis Teague)
  50. First Blood (Director: Ted Kotcheff)
  51. Five Element Ninjas (Director: Cheh Chang)
  52. Forbidden World (Director: Allan Holzman)
  53. Forced Vengeance (Director: James Fargo)
  54. Frances (Director: Graeme Clifford)
  55. Friday The 13th, Part III (Director: Steve Miner)
  56. Girls Nite Out (Director: Robert Deubel)
  57. Godard’s Passion (Director: Jean-Luc Godard)
  58. Goin’ All The Way! (Director: Robert Freeman)
  59. Grease II (Director: Patricia Birch)
  60. Halloween III: Season Of The Witch (Director: Tommy Lee Wallace)
  61. Hard Feelings (Director: Daryl Duke)
  62. Heatwave (Director: Philip Noyce)
  63. Hey Good Lookin’ (Director: Ralph Bakshi)
  64. Hoero tekken (Director: Noribumi Suzuki)
  65. Homework (Director: James Beshears)
  66. Humongous (Director: Paul Lynch)
  67. I’m Dancing As Fast As I Can (Director: Jack Hofsiss)
  68. I, The Jury (Director: Richard T. Heffron)
  69. Invitation au voyage (Director: Peter Del Monte)
  70. Jekyll + Hyde...Together Again (Director: Jerry Belson)
  71. Jinxed (Director: Don Siegel)
  72. Jesepha (Director: Christopher Frank)
  73. Justice Of The Dragon (Director: Godfrey Ho)
  74. Kill Squad (Director: Patrick G. Donahue)
  75. La Truite (The Trout) (Director: Joseph Losey)
  76. La balance (Director: Bob Swaim)
  77. That Night In Varennes (Director: Ettore Scola)
  78. Ladies + Gentlemen, The Fabulous Stains (Director: Lou Adler)
  79. Let’s Do It! (Director: Bert I. Gordon)
  80. Liquid Sky (Director: Slava Tsukerman)
  81. Lonely Hearts (Director: Paul Cox)
  82. Lookin’ To Get Out (Director: Hal Ashby)
  83. Love + Money (Director: James Toback)
  84. Love Child (Director: Larry Peerce)
  85. Making Love (Director: Arthur Hiller)
  86. Midnight (Director: John A. Russo)
  87. Miss Right (Director: Paul Williams)
  88. Monsignor (Director: Frank Perry)
  89. Movie Madness (Directors: Bob Giraldi + Henry Jaglom)
  90. Murder By Phone (Directing Michael Anderson)
  91. Night Shift (Director: Ron Howard)
  92. Night Warning (Director: William Asher)
  93. Nightbeast (Director: Don Dohler)
  94. Nina Strikes Back (Directors: Bruce Le + Joseph Velasco)
  95. Nobody’s Wife (Director: María Luisa Bemberg)
  96. Norman Loves Rose (Director: Henri Safran)
  97. Nutcracker (Director: Anwar Kawadri)
  98. One Down, Two To Go (Director: Fred Williamson)
  99. Panic (Director: Tonino Ricci)
  100. Paradise (Director: Stuart Gillard)
  101. Parasite (Director: Charles Band)
  102. Partners (Director: James Burrow)
  103. Penitentiary II (Director: Jamaa Fanaka)
  104. Personal Best (Director: Robert Towne)
  105. Pink Floyd: The Wall (Director: Alan Parker)
  106. Pink Motel (Director: Mike MacFarland)
  107. Private Popsicle (Director Boaz Davidson)
  108. Purple Haze (Director: David Burton Morris)
  109. Q (Director: Larry Cohen)
  110. Raw Force (Director: Edward D. Murpho
  111. Rude (Director: Cliff Roquemore)
  112. Running On Empty (Director: John Clark)
  113. Sangraal, la spada di fuoco (Michele Massimo Tarantini)
  114. Satan’s Mistress (Director: James Polakof)
  115. Scrubbers (Director: Mai Zetterling)
  116. Secret Ninja (Director: Shi-hyeon Kim)
  117. Shaolin chuan red (Director: Chia Tang)
  118. Shen tan guang tou mei (Director: Michael Mak)
  119. Shoot The Mon (Director: Alan Parker)
  120. Silent Rage (Director: Michael Miller)
  121. Smithereens (Director: Susan Seidelman)
  122. Some Kind Of Hero (Director: Michael Pressman)
  123. Sophie’s Choice (Director: Alan J. Pakula)
  124. Sorceress (Director: Jack Hill)
  125. Soup For One (Director: Jonathan Kaufer)
  126. Split Image (Director: Ted Kotcheff)
  127. Splitz (Director: Domonic Paris)
  128. Spring Fever (Director: Joseph L. Scanlan)
  129. Stigma (Director: Uri Barbash)
  130. Stuck On You (Directors: Michael Herz + Lloyd Kaufman
  131. Summer Lovers (Director: Randal Kleiser)
  132. Ten Violent Women (Director: Ted V. Mikels)
  133. Tenebre (Director: Dario Argento)
  134. That Championship Season Director: Jason Miller)
  135. The Beast Within (Philippe Mora)
  136. The Best Little Whorehouse In Texas (Director: Colin Higgins)
  137. The Big Sting (Director: Chin-Ku Lu)
  138. The Black Room (Directors: Elly Kenner + Norman Thaddeus Van)
  139. The Border (Director: Tony Richardson)
  140. The Challenge (Director: John Frankenheimer)
  141. The Clairvoyant (Director: Armand Mastroianni)
  142. The Concrete Jungle (Director: Tom DeSimone)
  143. The Dark Crystal (Directors: Jim Henson + Frank Oz)
  144. The Dorm That Dripped Blood (Director: Stephen Carpenter + Jeffrey Obrow)
  145. The Draughtsman’s Contract (Director: Peter Greenaway)
  146. The Entity Director: Sidney J. Furie)
  147. The Eyes, The Mouth (Director: Marco Bellocchio)
  148. The Final Option (Director: Ian Sharp)
  149. The Forest (Director: Don Jones)
  150. The Highest Honor (Director: Peter Maxwell + Seiji Maruyama)
  151. The House Where Evil Dwells (Director: Kevin Connor)
  152. The Incubus (Director: John Hough)
  153. The Last American Virgin (Director: Boaz Davidson)
  154. The Last Horror Film (Director: David Winters)
  155. The Missionary (Director: Richard Loncraine)
  156. The Night Of The Shooting Stars (Directors: Paolo Taviani + Vittorio Taviani)
  157. The Ninja Wars (Director: Kôsei Saitô)
  158. The Retrievers (Director: Elliott Hong)
  159. The Seduction (Director: David Schmoeller)
  160. The Sender (Director: Roger Christian)
  161. The Slayer (Director: J.S. Cardone)
  162. The Slumber Party Massacre (Director: Amy Holden Jones)
  163. The Soldier (Director: James Glickenhaus)
  164. The Sword + The Sorcerer (Director: Albert Pyun)
  165. The Thing (Director: John Carpenter)
  166. The Verdict (Director: Sidney Lumet)
  167. The World According To Garp (Director: George Roy Hill)
  168. Things Are Rough All Over (Director: Thomas K. Avildsen)
  169. Trick Or Treats (Director: Gary Graver)
  170. Truckin’ Buddy McCoy (Director: Richard Demarco)
  171. Turkey Shoot (Director: Brian Trenchard-Smith)
  172. Veronika Voss (Director: Rainer Werner Fassbinder)
  173. Vice Squad (Director: Gary Sherman)
  174. Vilenza in un carcere femminile (Violence In A Woman’s Prison) (Director: Bruno Mattei)
  175. Visiting Hours (Director: Jean-Claude Lord)
  176. Wrong Is Right (Director: Richard Brooks)
  177. Wu gong zhou (Director: Keith Li)
  178. XTRO (Director: Harry Bromley Davenport)
  179. Xun cheng ma (Director: Runny Yu)
  180. Young Doctors In Love (Director: Garry Marshall)
  181. Zapped! (Director: Robert J. Rosenthal)
X
(none released this year, either.)
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2016.07.22 23:02 RaulMarti O CONTRAGOLPE NA TURQUÍA FOI UN GOLPE DE RUSSIA CONTRA A CIA (J. Carlos de Assis)

22/07/2016 - 08:12 Só uma idiota pode imaginar que um exército experiente como o da Turquia, testado no passado em vários golpes de Estado, fosse tão incompetente para realizar mais um, tendo à mão todos os instrumentos do poder militar.
Só um idiota acabado pode imaginar que o povo na rua é capaz de reverter um golpe militar em andamento.
Só um idiota tonto poderia imaginar que ao governo turco e seu presidente fosse deixado acesso a meios de comunicação com o povo, sem prévio planejamento, em pleno processo de desenvolvimento do golpe.
A marcha da suposta tentativa de golpe e do contragolpe foi precedida de movimentos bem articulados no xadrez geopolítico do país que une Europa à Ásia e, portanto, desempenha um papel chave nas relações com os dois continentes.
Começa pela cobertura que a CIA dá ao clérigo Fethullah Gullen, o principal rival de Erdogan.
Em nome dos direitos humanos e contrariamente às tendências fundamentalistas do Presidente, ele prega para a Turquia uma espécie de “primavera” liberal, sob proteção dos EUA e em seu interesse geopolítico.
Nós vimos que deu a “primavera líbia” e os diferentes tipos de intervenções norte-americanas nos últimos anos e décadas, operadas através de ONGs patrocinadas direta ou indiretamente pelo Departamento de Estado na África e no Oriente Médio: países, como Líbia, Somália, Afeganistão simplesmente foram liquidados; Egito, Yemen, Iraque, Paquistão foram profundamente abalados ou continuam em guerra.
O governo turco, não muito confiável para Washington, aparentemente estava destinado a ser a bola da vez.
O que aconteceu, afinal?
Bem, vamos seguir os movimentos dos principais atores nesse jogo.
Meses atrás um avião turco operado desde uma base partilhada com os norte-americanos derrubou um caça russo supostamente em seu espaço aéreo.
A Rússia reagiu verbalmente – “foi como uma punhalada pelas costas”, disse Putin – mas não foi além disso.
O assunto despareceu da imprensa até que, em maio último, Putin anunciou que gostaria de ter uma reaproximação com a Turquia e para isso esperava uma sinalização clara dela no mesmo sentido.
Em junho, Erdogan mandou uma carta para Putin a qual vai muito além de meras mesuras diplomáticas: foi um pedido de desculpas completo, quase um pedido de perdão extensivo à família do piloto morto, à qual ofereceu a assistência material necessária para minorar seu sofrimento pela perda.
Anunciou, além disso, que o incidente do caça seria investigado.
Em resposta, Putin marcou uma visita com ampla comitiva governamental a Istambul. Esteve lá antes do golpe, em julho, e foi o primeiro chefe de Estado a visitar Erdogan depois do malogrado golpe.
Diante desses fatos, não é difícil dar um sentido prático aos acontecimentos na Turquia: o serviço secreto russo (talvez com ajuda chinesa) descobriu preparativos de golpe contra Erdogan, por parte do clérigo Gullen, a partir dos Estados Unidos.
Acompanhou esses preparativos ainda enquanto se desenvolviam e provavelmente identificou os códigos e as senhas para a deflagração do golpe em momento oportuno.
Com o conhecimento prévio dessas senhas, o Governo montou uma armadilha e desencadeou falsamente o golpe.
Só esse roteiro justifica o fato de que Erdogan, uma vez senhor da situação, tenha desencadeado uma operação de caça a militares comprometidos e, sobretudo, a mais de 2 mil juízes e promotores.
Os nomes desses envolvidos não poderiam ter sido arrolados de um dia para outro.
Da mesma forma, o fechamento da base aérea turca de Incirlik, partilhada com os americanos, não ocorreria jamais caso o Presidente turco não tivesse certeza absoluta da participação norte-americana na tentativa de golpe.
Enfim, o tempo da revolução de estações parece ter-se esgotado. Restou, por acaso, o golpe de inverno no Brasil!
J. Carlos de Assis - Economista, professor, doutor pela Coppe/UFRJ.
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