Para encontros com homens judeus

Quando você entra pela primeira vez no mundo dos encontros online, muitas pessoas têm a ideia errada de que é mais fácil do que o encontro na vida real, apenas para descobrir que é o oposto.Na verdade, encontros online podem ser tão difíceis quanto se aproximar de alguém em um bar, mas temos algumas dicas para tornar isso um pouco mais fácil. A Casa do Povo e o Parquinho Gráfico recebem a artista Sallisa Rosa para dois encontros de debate e produção em torno da colonização, com enfoque nos povos indígenas, como processo em andamento. Homenagem a Leôncio Basbaum 06 de abril, 16h / Eventos acolhidos / 2019. A Casa do Povo acolhe uma homenagem a Leôncio Basbaum. O Evangelho detalha a conversão de muitas pessoas que tiveram um encontro pessoal com o Senhor Jesus. Começando pelos próprios apóstolos, que deixaram tudo para segui-lo, até a conversão de São Paulo – quando Jesus já havia ascendido ao céu – estas passagens bíblicas relatam como o coração destes homens e mulheres emudecerame se abrandaram com as palavras e gestos de amor do ... Para abrir uma sinagoga era preciso ter 12 homens judeus. b) Paulo foi para um lugar que as pessoas costumavam se reunir para orar, ou seja, havia na cidade pessoas tementes a Deus que se reuniam para orar em um lugar mais distante da cidade. c) Alguém pode ser temente a Deus e não ser convertido. Ser temente é estar no busca pelo caminho. Centena de solteiros Judeus legais estão esperando para lhe encontrar no BarBrasil.com.br. Abaixo vai a lista de alguns dos muitos solteiros Judeus que estão procurando sua alma gêmea no BarBrasil.com.br. Você pode se conectar com estes solteiros Judeus ao completar o seu Cadastro Grátis.Nosso Cadastro Grátis permite que você faça buscas detalhadas, ver cadastros e conectar com Judeus ... A maior parte dos que escreveram sobre os afetos e sobre a forma de viver dos homens, não parecem tratar de coisas naturais que se seguem das leis comuns da natureza, mas de coisas que estão ... Encontros com Jesus - Nicodemos Nicodemos era um líder religioso de seu povo, os judeus. ... Jesus Cristo veio ao mundo para que os homens cressem nele. Ele veio para ser a luz que guia ... Principais dos Judeus (v. 1): Os judeus tinham um espécie de tribunal religioso chamado sinédrio.

Breve História da Monarquia em Portugal, à luz das recomendações da Europa

2018.10.03 23:27 OhFazFavor Breve História da Monarquia em Portugal, à luz das recomendações da Europa

1140 Afonso Henriques, homem branco e machista, espetou um par de estalos na mãe, e decidiu ser independente. Este facto na altura não foi escandaloso porque todas as mulheres eram oprimidas, mesmo as rainhas.
Quase um século depois, Dom Dinis, um puto branco privilegiado a quem lhe tinham dado como presente o Algarve, numa demonstração cabal de como os 1% mandam nisto tudo, decidiu explorar a mão de obra disponível para mandar construir barcos.
Não há registos de greves, mas devem ter acontecido, porque as condições de trabalho eram horríveis, e nem electricidade havia. Um documento encontrado em Leiria, até agora ligado ao PCP, na realidade é um panfleto onde se lê claramente "Dom Dinis Não!" e "Descentralização Já!"
É em 1350 que se dá um evento que deveria ser o único a ser celebrado ainda hoje, respeitante a este período histórico: o nascimento de Brites de Almeida, um nome em si mesmo de género neutro, e um exemplo para todxs xs feministas.
Brites de Almeida foi a primeira Capaz, um ser que matou de desgosto os seus pais por não corresponder aos ideias de beleza, nem ao estilo de vida, forçados pelo patriarcado da altura ao género forçadamente assumido feminino. Foi um corpo de mão cheia, com 6 dedos em cada mão, ossuda, boca muito rasgada, e cabelos crespos, todo um ideal de beleza para qualquer feminista que se preze. Foi feirante, matou um amante com a sua espada, foi vendida a um muçulmano, mas conseguiu escapar fixando-se em Aljubarrota como empreendedora no sector da panificação, sendo que está estabelecido que recebeu o apoio do programa ALJ1380 a fundo perdido, fruto de uma amizade com um conde local.
Em 1385 após ter encontrado sete Castelhanos dentro do seu forno a lenha, cozeu-os lentamente, enquanto gritava "Estou farta até à cona de castelhanos". Tomou-lhe o gosto, juntou-se como umas amigas e fundou o movimento feminista "Capazes". Naquele dia não só Brites de Almeida fundou o primeiro movimento feminista mundial, como inventou também a receita para o pão com chouriço castelhano. O seu grupo de feministas era implacável tendo muitas vezes fingindo que não percebia que os homens que perseguiam eram inocentes, ou Portugueses, para os matar na mesma. Infelizmente o patriarcado anulou a revolta através da sua força opressora, e só no século XX é que Portugal viria a renovar este grupo fundamental ao desenvolvimento da sociedade Portuguesa.
1380 A situação política está complicada: a filha de Dom Fernando tinha sido oprimida e obrigada a casar com um espanhol, que pensa que é o dono disto tudo, o primeiro numa longa geração de homens brancos que tomaram como sua esta visão da sociedade.
Por outro lado, Dom João Mestre de Avis anda a conspirar com a burguesia de Lisboa e Porto, numa demonstração de nacionalismo exacerbado de quem quer novamente oprimir uma mulher, pisca o olho à Inglaterra e rodeia-se de judeus sefarditas.
Lança um programa de casting, para escolher quem iria liderar o exército Português contra Castela (note-se que não havia uma única mulher na lista de candidatos, o que gerou muita celeuma na altura).O escolhido acabou por ser Nuno Álvares Pereira. cujo género não podemos assumir.
Dom João, através do recurso à violência, e não ao diálogo, oprime violentamente os Castelhanos, cujo rei frustrado com a derrota foi de volta para o seu castelo e deu uma carga de porrada na mulher, sendo que temos que concluir que era Benfiquista.
Dom João adiciona um "I" ao nome, e decide que a solução para o país é ir oprimir para outras freguesias. Avança com a "Expansão Marítima" que na realidade deve ser considerada a "Opressão Marítima", sem qualquer consideração pela natureza ou pelos peixes do mar.
No final do século XV já eram milhares de povos oprimidos pelos Portugueses, liderados por Dom João II. Numa demonstração de ignorância profunda, e desprezo pela diversidade, e com a conivência da igreja branca e patriarcal, divide-se o mundo em dois, em Tordesilhas.
Vasco da Gama chega à Índia em 1498, oprime tudo o que encontra à sua frente, e começa a exploração macro-económica das populações oprimidas, numa visão neo-liberal capitalista radical do mundo. Começa aqui a praga do gosto pelos produtos alimentares exóticos.
Não satisfeitos com a opressão sobre os Africanos e Indianos, o Império opressor faz as malas e mete-se a caminho do Oriente, onde oprime os Japoneses, e apropria-se culturalmente de uma série de hábitos indígenas.
Mas a opressão não é apenas externa. Com a morte de Dom João II, a nobreza dá uma de Hitler e começa a expulsar os judeus do país, e acaba com a pseudo-meritocracia vigente, para dar lugar ao compadrio e ao negócio imediato, algo que perdurou até aos dias de hoje.
O reinado de Dom Sebastião, cujo género devemos assumir através da escultura de Manuel Cargaleiro em Lagos - chegando à conclusão que Portugal teve o primeiro rei andrógeno da história mundial - encerra este período negro da nossa história.
De referir que tal como nos dias de hoje existem rumores que o atleta Cristiano Ronaldo vai a Marrocos para encontros com outros homens, é um facto histórico que Dom Sebastião foi mesmo fodido pelos marroquinos em Alcácer Quibir. Seguem-se 60 anos de opressão Espanhola.
Mas por esta altura já tínhamos tornado a escravatura uma ciência, e não se compreende como o tribunal dos direitos humanos nunca nos levou ao banco dos réus, mostrando que os poderosos são protegidos pelos poderosos, e quem se lixa é o mexilhão.
Com a ajuda da França e da Inglaterra lá conseguimos recuperar a nossa independência, mas nada seria o mesmo e a vontade de oprimir continuava presente, mas os responsáveis pelo nosso país, tal como hoje, eram péssimos a gerir as finanças públicas. Resumindo, deu merda.
Em 1755 um terramoto dá cabo do país tendo sido sentido em Lisboa, os Franceses invadem o país porque também querem oprimir um bocadinho (sendo um exemplo de que na altura já existia um sistema de quotas para a igualdade).
Em 1822 o Brasil torna-se independente, mas sem ouro, e os que lá ficam a mandar continuam a oprimir, não porque querem mas porque foram condicionados pelo Império Português a fazê-lo. O opressão e exploração pelo capital continua até aos dias de hoje.
Nesta altura Portugal é um país opressor e oprimido, mas muito mais opressor, não haja ilusões. A Inglaterra quer oprimir mais, faz um ultimatum, Dom Carlos é assassinado e assim acaba a monarquia em 1910.
A escravatura foi o momento mais negro deste período histórico. Para sustentar esta informação podemos recorrer aos inquéritos de satisfação realizados pelo trono Português na chegada dos escravos ao Brasil.
Estes inquéritos, que nada mais eram do que uma tentativa de tornar mais eficiente o transporte dos escravos disfarçado de preocupação pelo bem estar dos mesmos, mostram as condições terríveis de transporte na altura:
96% dos inquiridos queixavam-se que o espaço para as pernas era muito reduzido.
82% queixavam-se que a oferta de alimentação era muito escassa e não havia opção vegetariana.
97% queixavam-se da demora no embarque e o tempo despendido na viagem
32% Não sabiam ou não respondiam
O resultado destes inquéritos mostram que o transporte de escravos, desde África para o Brasil, eram organizados pelo equivalente da Ryan Air na altura com partida desde o aeroporto de Lisboa.
O facto de não existirem quaisquer relatos sobre violência doméstica, opressão da comunidade LGBTX, e lutas pela igualdade de género, leva-nos a concluir que o regime tinha uma máquina opressora bastante eficaz que calou toda e qualquer oposição.
Qualquer imprecisão histórica deverá ter em conta que o revisionismo não se compadece com os factos.
Edit: gramática Edit 2: Adicionei o segmento da padeira de Aljubarrota, depois de inspirado pelo jcopta
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2016.12.11 14:44 Dadimel_Presentes CAMPANHA "LENDO DE CARREIRINHA O NOVO TESTAMENTO". Lendo o Novo Testamento Em Sequencia Todo Dia.

Bom dia e bom domingo! A reflexão de hoje é bastante pertinente com um dos assuntos principais que desde o início de nossa campanha temos realçado: o verdadeiro culto a Deus, conforme o Novo Testamento, e não conforme tradições litúrgicas de homens. As liturgias em sua maioria, nada possuem de antibíblicas, mas também não são bíblicas. Ou seja, são EXTRAbíblicas, portanto, não essenciais. Leia a seguir e entenda a comparação simplificada entre a forma de culto do Antigo Testamento e a atual, neotestamentária.
11/12 - REFLEXÃO DE HOJE PARA INCENTIVO NA CARTA AOS HEBREUS: ”Estando tudo assim preparado, os sacerdotes entravam regularmente no Lugar Santo do tabernáculo, para exercer o seu ministério. No entanto, somente o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, apenas uma vez por ano, e nunca sem apresentar o sangue do sacrifício, que ele oferecia por si mesmo e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância. Dessa forma, o Espírito Santo estava mostrando que ainda não havia sido manifestado o caminho para o Santo dos Santos enquanto ainda permanecia o primeiro tabernáculo.”(Hebreus 9.6-8).
O local Santo dos Santos era a sala mais interna do tabernáculo e do templo. O sumo-sacerdote podia entrar nele uma vez por ano para a expiação dos pecados da nação. O Santo dos Santos era uma pequena sala contendo a Arca da Aliança, um baú coberto de ouro contendo as segundas tábuas de pedra onde Moisés reescreveu os 10 Mandamentos, uma jarra com maná, o estranho pão que caia do céu e a vara de Arão que se transformara em cobra e também florescera. A parte de cima do baú servia de propiciatório, um tipo de altar, onde o sangue dos animais deveria ser espargido pelo sumo-sacerdote no dia da expiação.
O Santo dos Santos era o local mais sagrado da terra para os judeus, e somente o sumo-sacerdote podia entrar nele. Os demais sacerdotes e o povo comum eram proibidos de entrar na sala, sob risco de morte fulminante. O único acesso deles a Deus dava-se por intermédio do sumo-sacerdote.
Hoje em dia, por meio do sacerdócio de Cristo, temos agora acesso à santa presença do Senhor, TODO O TEMPO!
Para nós que cremos em Cristo, hoje em dia, a oração pode ser breve e espontânea. O legítimo encontro com Deus é aquele a sós, no secreto de algum local reservado, como nosso quarto, p. ex.,. O propósito das reuniões coletivas, são para exercer a comunhão comunitária e a fraternidade quando todos tem a oportunidade de oferecer um culto a Deus juntos. Para isso, temos de nos preparar cuidadosamente espiritualmente falando, para não corrermos o risco de apresentarmos um culto formal somente para outros homens verem o quão espirituais aparentamos ser. Nessas ocasiões, todos devem contribuir com os elementos do culto com o que tiver para apresentar. Um tem hino, outro salmo, outro testemunho, outro saudação, outro oração, e normalmente a pregação ou examinação da Palavra fica a cargo do dirigente da reunião ou de algum obreiro local da própria congregação.
(Bíblia de Estudo Leitura Diária)

NovoTestamento #Biblia #JesusCristo #EvangelhodeCristo #SemBarganhasComDeus #CristoÉoCentroDaVerdade

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2016.08.21 13:56 EP-GHERAMER Um Diário

O tempo, não importa quanto passe, é implacável! Não há nada oculto que não venha à luz. Por mais que tentasse passar despercebido, Benjamim não o conseguira, mesmo usando um pseudônimo nas publicações diárias feitas no pequeno jornal daquela cidade que ele gostava de chamar de sua Cidade Refúgio. Escreveu ele em seu artigo no jornal de hoje, sumarizando o que pesquisara sobre o texto do dia 14 agosto: Os escribas, no seu uso no Antigo Testamento, a sua arte confinava-se quase inteiramente em certos clãs, que preservavam essa arte como profissão de família, passando esse conhecimento de pai para filho. A conexão entre o sogro de Moisés, que era sacerdote, serve de indicação de que a arte de escrever nunca esteve muito distante do sacerdócio. Contudo, nas páginas do Novo Testamento é que se encontra o testemunho final sobre o emprego da palavra “escriba”, indicando alguém que era um erudito e autoridade na lei mosaica. Os “escribas” são ali achados ligados ao partido sacerdotal (os saduceus, por exemplo) e também ao partido dos fariseus. Porém, os escribas (ou eruditos) de ambos os partidos desafiaram Jesus, principalmente devido ao fato de que ele não observava as práticas tradicionais ditadas pela lei oral. Por exemplo: comer com as mãos sem lavá-las, o que era uma quebra da tradição oral; ou comer com os que não observavam suas tradições. Mas, o que era a lei oral? Entre judeus, era um código não escrito da lei de Moisés, para o bem de Israel, o qual passou a ser escrito, por fim, mas nunca foi registrado por completo e tinha – e continua tendo, entre os judeus - uma autoridade bastante separada do registro escrito (Lei). Entre cristãos, era o corpo de doutrina e disciplina promovido por Cristo, parte do qual, em um momento posterior, foi preservado de forma escrita. Porém, acordo com alguns cristãos, adições podem ter sido feitas através dos escritos e ideias de influentes teólogos, professores e mestres cristãos e importantes bispos (século II e VII) da igreja, e esse material tornou-se uma autoridade adicionada para a crença cristã. As tradições judaicas se aplicavam a quase todas as situações que um homem enfrentaria em sua vida diária, portanto havia enorme peso de leis a seguir que agradavam a mente do judeu. A “lei da lavagem” era muito complexa, e os judeus davam grande atenção a coisas triviais, enquanto negligenciavam os materiais mais “pesados” da lei mosaica. Por exemplo, honrar pai e mãe era uma verdadeira lei (revelada por Deus na lei mosaica) que eles haviam transgredido, segundo conta Mateus, no capítulo 15, versículos de um a dez. Em outro evangelho, Jesus chama tais tradições de “tradição dos homens” (Marcos 7.8). Nesta enfadonha pesquisa entre inúmeros escritos dos homens, encontrei o Talmude. Embora ele lide principalmente com a interpretação da Lei (Tora), também trata de religião geral, ética, instituições sociais, história folclore e ciência. Resumindo: conjunto de escritos posteriores que interpretam a Lei original, dada a Moisés e que servem para minimizar as deficiências na lei mosaica; o que é o mesmo que dizer que a Lei de Deus era incompleta! - Quanta presunção se ela for considerada como uma verdade revelada por Deus! Mas, como sempre, ali estava o homem para dar uma “mãozinha”... Deus precisava de ajuda... Enquanto isso, na cristandade dos primeiros quatro séculos, uma nova autoridade cresceu, nos dizeres e os escritos dos doutores, teólogos e outros interpretes da Bíblia. Se assim é, pode-se dizer que o corpo dessa nova interpretação era um tipo de Talmude cristão! E é isto que se observa nas tradições das diversas denominações religiosas. Embora proclamem muito alto sua doutrina da “Escritura apenas”, estas denominações, através das interpretações específicas de passagens da Bíblia, criaram sua própria tradição. Cada denominação, confessando ou não, com seu próprio Talmude através de interpretações das Escrituras que contradiz os Talmudes de outras denominações!
E os fariseus? Seu significado é “separados” e usualmente vinham dentre a massa de povo comum, e nisso faziam contraste com os saduceus, que geralmente eram provenientes da aristocracia. O movimento desse nome, no princípio, envolvia uma espécie de grupo reformador, que tencionava purificar e defender a crença judaica ortodoxa. Eram os porta-vozes das opiniões da maioria das massas populares. Mas isto não durou. Após alguns anos se intrometeram nas fileiras do farisaísmo uma grande quantidade de atitudes legalistas e ritualísticas, e isso serviu apenas para obscurecer os propósitos originais do grupo. Assim, de acordo com o descrito acima, tenho que perguntar: que é lei? De volta aos livros, encontro que no seu sentido jurídico, a lei é um conjunto daquelas regras de conduta que um partido governante, juntamente com a comunidade por ele governada, reconhece como autoritário, e cuja desobediência requer alguma forma de punição, para assegurar que continuará em vigência. Muitos códigos legais também promovem alguma espécie de recompensa aos obedientes. Na Bíblia, encontramos vários códigos legais e Israel sempre se distinguiu como nação profundamente interessada pela história, pela religião e pela lei. De fato, dentro da mentalidade hebreia, não há como separar esses três conceitos, porque, para um hebreu piedoso, todas as coisas tinham um forte sabor religioso. A lei mosaica, veio à existência a fim de definir como a nação de Israel, deveria relacionar com Yahweh e cumprir suas exigências. Nos preceitos da lei havia a vida (potencialmente). Fora desses preceitos havia somente destruição e morte. O propósito dos códigos era moldar a vida do povo de Deus, a fim de prepará-lo para a conduta apropriada, e tendo em vista a glória de Israel, entre as nações, como a cabeça das nações. Para alguns, a esperança messiânica fazia parte da razão de boa conduta, por parte do povo de Deus. Essa preocupação com a lei foi transferida para o Novo Testamento, onde, entretanto, recebeu novo caráter. Jesus foi o novo Moisés que nos trouxe um conhecimento profundo e uma aplicação mais perfeita dos princípios ensinados no Antigo Testamento. Nos evangelhos, os preceitos de Jesus são encarados como uma graduação acima dos preceitos do Antigo Testamento, uma espiritualização dos mesmos e o advento do Messias fez com que a lei mosaica fosse cumprida em seus termos mais nobres. Assim, o discipulado cristão, torna-se dependente da obediência prestada ao Messias, que oferece a recompensa da vida eterna aos obedientes às suas palavras, encontradas nos evangelhos. Continuo procurando...
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2016.07.31 00:32 o_humanista FLUSSER E A LIBERDADE DE PENSAR ou Flusser e uma certa geração 60.

"Nasci em Praga em 1920 e meus antepassados parecem ter habitado a “Cidade Dourada” por mais de mil anos. Sou judeu e a sentença “o ano vindouro em Jerusalém” acompanhou toda a minha mocidade. Fui educado na cultura alemã e dela participo há vários anos. Embora minha passagem por Londres em 1940 tenha sido relativamente curta, ocorreu em época de vida em que a mente se forma de modo definitivo. Engajei-me, durante a maior parte da minha vida, na tentativa de sintetizar a cultura brasileira, a partir de culturemas ocidentais, levantinos, africanos, indígenas e extremo-ocidentais (e isso continua a fascinar-me). Atualmente moro em Robion, sul da França, integrando-me no tecido de aldeia provençal cujas origens se perdem na bruma do passado".
Este é o Flusser que conheço (e aprendi a conhecer) ao longo de espaços e tempos os mais descontínuos. Figura humana impressionante, dessas que causam impressão de matriz em nossos núcleos pessoais. Mesmo não havendo empatia, no primeiro ou nos encontros subseqüentes, jamais se fica neutro. Flusser ama o desafio, o “corpo a corpo” intelectual provocando-o mesmo, quase como a um gesto iniciático. E que venham as críticas, elogiosas ou não, tanto faz! “Um marco na cultura alemã”; “Um desrespeito filosófico, de Platão a Wittgenstein”: as duas críticas diametralmente opostas lhe foram dirigidas por ocasião de um seminário em Hamburgo sobre seu livro 'Para uma filosofia da fotografia'. Flusser relata a cena com a melhor das gargalhadas – traço personalíssimo do caráter desse autêntico homo ludens, um Macunaíma judeu-tcheco-paulistano. Em sua última passagem por São Paulo, a convite da 18ª Bienal para proferir palestras, ouvi-o falar sobre seu tema atual: texto/imagem. As sentenças, destiladas pelo “rigor da razão-e-da-paixão” (como Flusser, poucos conseguem amalgamar), eram como chicotadas, querendo sacudir-nos da letargia a que nos condena uma época ruidosa; querendo incomodar, para que não se tenha a ilusão de não sermos responsáveis e que o pensar e repensar tudo não vale mais a pena. Mas aquelas sentenças queriam também abraçar, atrair novos e mais parceiros ao diálogo. Flusser sempre faz pensar. E pensar dói. Pois continua o mesmo, esse nosso amigo, escritor, filósofo, engajando-se para fazer da reflexão alimento de primeira necessidade, gesto corporal do ser, prazer erótico. Não há dúvida que, para ele, o homem total é o ser pensante.
"Participo da desconfiança em analogias que tendem rapidamente a se transformarem em metáforas, isto é, transferências de raciocínio adequado a um dado contexto para contexto inapropriado. No entanto, nada captaremos sem modelo. De modo que todo modelo deve, primeiro, procurar pescar o problema, e depois, procurar modificar-se, ou em certos casos, ser jogado fora. (...) O dever de gente como nós, é engajar-se contra a ideologização e em favor da dúvida diante do mundo, que, de fato, é complexo e não simplificável. Engajamento difícil, por certo, mas nem por isto, apolítico. Para nós, Polis é a elite decisória e não a tal massa".
A intenção que move este relato, que se quer subjetivo, é possibilitar um testemunho humano – não mais que isso – da vívida presença entre nós, geralmente incompreendida, super-sub-estimada, deste que é, por muitos, considerado “o genuíno filósofo brasileiro”-, já que falar de sua obra é tarefa que exigiria plena desenvoltura no percurso de seu controvertido pensamento. Se o faço, é certamente apoiada pelo afeto, mas sobretudo por um tipo de engajamento. Publicar Flusser, no Brasil, é questão de honestidade, simples reconhecimento do valor de suas reflexões. Mas falar sobre a pessoa de Flusser é, talvez, querer ir mais longe, penetrar floresta escura, já invadindo quem sabe espaço transpessoal.
"Aprendi o seguinte: ao nascer fui jogado em tecido que me prendeu a pessoas. Não escolhi tal tecido. Ao viver, e sobretudo ao migrar, teci eu próprio fios que me prendem a pessoas e fiz em colaboração com tais pessoas. “Criei” amores e amizades (e ódios e antagonismos); é por tais fios que sou responsável. O patriotismo é nefasto porque assume e glorifica os fios impostos e menospreza os fios criados. Por certo: os fios impostos podem ser elaborados para se tornarem criados. Mas o que importa é isto: não sou responsável por meus laços familiais ou de vizinhança, mas por meus amigos e pela mulher que amo. Quanto aos fios que prendem as pessoas, tenho duas experiências opostas. Todas as pessoas às quais fui ligado em Praga morreram. Todas. Os judeus nos campos, os tchecos na resistência, os alemães em Stalingrado. As pessoas às quais fui ligado (e continuo ligado) em São Paulo, em sua maioria, continuam vivas. Embora, pois, Praga tenha sido mais “misteriosa” que São Paulo, o nó górdio cortado foi macabramente mais fácil".
Quando o conhecemos – refiro-me a um grupo de jovens universitários dos anos 60, geração que cultivava um jeito de vivenciar intelectualmente a sua angustia e cuja ironia não havia ainda descambado para o deboche–, estávamos todos submersos no grande vazio que é a busca de sentido. Flusser, estrangeiro no mundo, apátrida por excelência, assistia a tudo, promovendo tudo. Mas entre o seu engajamento na cultura brasileira e o nosso destacar-se do pano de fundo habitual-nativo, uma sutil dialética se estabelecerá.
"Nós os migrantes, somos janelas através das quais os nativos podem ver o mundo".
Seria ele, para nós, esta janela?
"Mistério mais profundo que o da pátria geográfica é o que cerca o outro. A pátria do apátrida é o outro".
Seríamos nós, para ele, esta pátria? Nós, jovens daquela geração niilista, vivenciávamos a saga de uma época em que, após ter aplaudido o célebre protesto de estudantes na Europa, nada passava mais a ter significado. Os anos 60, se de um lado traziam marcas como a rebeldia dos Beatles, a revelação do sexo, e a partir daí, o culto ao amor livre do movimento hippie e a escalada social do bissexualismo; o fracasso da potência americana no Vietnã, onde a inteligência venceu as armas, num combate que utilizou cobras, abelhas e bambus; toda uma poesia desordenada e todo um desencanto às coisas e aos valores estabelecidos, por um lado, deixou farrapos de um derradeiro “romantismo”: desejo da mão jovem querendo reconstruir o mundo e impedida pelos velhos (como sempre foi); o olhar do mundo culto e politizado para o primeiro movimento de objetivos definidos na América, ao som do slogan “cubanos si, yankees no”; a resposta de uma “geração triste” que começava a se redimir pela música e a poesia (“Tropicália” e os “Novíssimos”, apenas para citar alguns). No campo da Filosofia, Sartre, Camus e demais existencialistas marcavam a juventude intelectual brasileira, embora a grande maioria não tivesse acesso a tudo isso. O escritor Jorge Medauar é quem diz: “O Brasil não tem linha filosófica definida porque não tem pensadores”. Nosso grupo, porém, era privilegiado: freqüentávamos a casa de Flusser. Lá se canalizavam os turbilhões, ventos e brisas do mundo filosófico, em tertúlias que se alongavam por sábados e domingos, e quantas vezes não éramos surpreendidos por Guimarães Rosa, Samson Flexor, Vicente Ferreira da Silva! Flusser foi se revelando professor, cercado por aqueles moços e moças, de modo doméstico e peripatético (embora sempre sentado em sua cadeira no jardim-de-inverno, nos fundos daquela casa, no Jardim América) envolto às fumaças de seu cachimbo inseparável. Não há como apagar os primeiros passos na filosofia ensinada, transmitida assim... Paideia construída pelo con-viver, em chão de concretude, por um “modelo” vivo de existência. Tudo isso plasmou as nossas mentes, interagindo hoje na circunstância em que vivemos. Caso clássico de influência poderosa de patriarca intelectual – não faltará quem o diga. Alguns, não suportando o peso de tamanha in-formação, hoje o renegam e se refugiam nos cantos matreiros do inconsciente, omitindo-se ao confronto. Não lembraria Flusser, em certo aspecto, a personalidade de Freud? Como ele – subversivo, judeu, emigrado – também não foi aceito pelo establishment acadêmico, criando afetos, desafetos e uma fieira de pupilos dolorosamente estigmatizados. Ao longo dos trinta e um anos em que viveu na circunstancialidade brasileira, Flusser desenvolveu seu modo de pensar com um vigor e originalidade que cunham um de seus traços inconfundíveis – o que lhe valeu imagem mitificada, e até certo ponto, desconcertante para certos eruditos, que, tantas vezes, com ele se digladiaram. Como Nietzsche, Kierkegaard e tantos outros, Flusser não se propôs a construir um sistema filosófico. Seu pensamento é um fluir generoso que se vai tecendo fora de velhas ou modernas malhas, dentro da urdidura fundante que é a linguagem – “morada do ser”, como a nomeia Heidegger. Seu mergulho nas correntes da Fenomenologia levou-o à Filosofia da Linguagem, seu campo predileto, ao qual dedicou vários ensaios, livros e cursos. Chegou até a criar uma coluna em jornal (“Posto Zero” na Folha de São Paulo, de 1969 a 1971), onde fazia uma espécie de análise fenomenológica do cotidiano brasileiro. Quando escreve, e o faz como quem respira o ar fresco das manhãs, Flusser traduz e retraduz o mesmo texto para as línguas que domina: alemão, inglês, português, francês.
"Sinto-me abrigado por, pelo menos, quatro línguas, e isto se reflete no meu trabalho, uma das razões pelas quais me interesso pelos fenômenos da comunicação humana. Reflito sobre os abismos que separam os homens e as pontes que atravessam tais abismos, porque flutuo, eu próprio, por cima deles. De modo que a transcendência das pátrias é minha vivência concreta, meu trabalho cotidiano e o tema das reflexões às quais me dedico".
Max Planck, em sua biografia, diz que para haver uma idéia original são necessárias duas condições: que o “criador” esteja livre e que morra toda uma geração, porque apenas a seguinte poderá compreendê-la. Os contemporâneos estão comprometidos e escravizados, por isso se assustam com o novo. Eis, numa palavra, o pecado de Flusser: pensar o novo e, para tanto, estar livre. Qualquer pessoa que entra em contato com suas idéias percebe o quão ligadas estão ligadas com o que acontece à sua volta. Não se pode delimitar as bases de seu pensamento, porque ele está constantemente correlacionado a fatos, não importa de que natureza. A aguda capacidade de observar o mundo e captar a atualidade, filtrando a ambos pelos conceitos clássicos e construindo os seus próprios conceitos, tornam Vilém Flusser o pensador para a época “pós-histórica” que atravessamos. É precisamente a consonância entre observação dos fatos e sua resultante reflexão que nos dá a sensação do verdadeiro. Mas, para que tal sensação conduza à verdade, o que ainda nos falta? Aqui transcrevo pergunta feita ao psicanalista Isaías Kirschbaum, que após driblar com mestria: la reponse est la mort de la question...(que analista, afinal, não tem necessariamente de ser filósofo...) assim respondeu: “Consenso é que dá cunho de verdade”. Daí, minha indagação: teria sido o meio cultural brasileiro – e o paulistano em particular – propício à formação de um consenso ao pensamento flusseriano, consenso que, por sua vez, teria de ser o fruto maduro de exercícios de crítica responsável e consciente por parte da comunidade pensante?
"Migrar é situação criativa, mas dolorosa. Toda uma literatura trata da relação entre criatividade e sofrimento. Quem abandona a pátria (por necessidade ou decisão, e as duas são dificilmente separáveis), sofre. Porque mil fios o ligam à pátria, e quando estes são amputados, é como se intervenção cirúrgica tenha sido operada. Quando fui expulso de Praga (ou quando tomei a decisão corajosa de fugir), vivenciei o colapso do universo. É que confundi o meu intimo com o espaço lá fora. Sofri as dores dos fios amputados. Mas depois, na Londres dos primeiros anos da guerra, e com a premonição do horror dos campos, comecei a me dar conta de que tais dores não eram as de operação cirúrgica, mas de parto. Dei-me conta de que os fios cortados me tinham alimentado, e que estava sendo projetado para a liberdade. Fui tomado pela vertigem da liberdade, a qual se manifesta pela inversão da pergunta “livre de quê” em “livre para fazer o quê”. E assim somos todos os migrantes: seres tomados de vertigem".
Sei que Vilém Flusser tem algo a nos dizer. Algo para nos inquietar. Sejamos livres para ouvi-lo. E exerçamos com liberdade o direito de pensar.
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Encontros que transformam 1 - Igreja Batista Manancial

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