Relacionamentos pessoais com sexo

Relacionamentos pessoais ou mais próximos – por exemplo, com familiares, amigos e parceiros românticos – atenuam a solidão e proporcionam bem-estar subjetivo, tendo, portanto, papel importante na felicidade pessoal e na promoção da saúde (Argyle, 2001; Berscheid & Regan, 2005). Relacionamentos pessoais e sociais: Amizade em adultos Article (PDF Available) in Psicologia em Estudo 13(2):259-267 · June 2008 with 236 Reads How we measure 'reads' Posts Tagged ‘relacionamentos pessoais’ ... Ele falou que já teve várias conversas com você, mas que você tem argumentado defendendo o sexo fora do casamento como se fosse normal e que pretende casar com Silvia quando terminarem a faculdade de moda. Ele pediu minha ajuda, para que eu trocasse uma idéia com você, e disse que poderia ... ____ Seus relacionamentos pessoais e sexuais, entre homem e mulher , são de muito maior importância para o seu bem-estar global, do que você atualmente possa imaginar. Tratamos detalhadamente destes relacionamentos nas páginas seguintes, tão somente porque é absolutamente imperativo - vital - para que você, homem ou mulher, desperte para ... Heloísa Miranda · Relacionamentos · 13 out 2013 00:00 Onde anda a minha Alma-Gémea? No que toca ao tema do Amor e dos relacionamentos, todos escondemos aquele desejo secreto de encontrar alguém que nos venha preencher o nosso eterno vazio. 10 perrengues que só pessoas bissexuais passam em relacionamentos. Não mãe, eu não 'virei' nada, eu sempre fui bissexual. ... ex do sexo oposto. ... Esses Cookies nos permitem coletar alguns ...

Até que ponto uma vida sexual "tranquila" pode ser prejudicial?

2020.09.24 17:43 noirgrape Até que ponto uma vida sexual "tranquila" pode ser prejudicial?

Desde o início do namoro minha namorada (agora esposa) e eu sempre tivemos a vida sexual "tranquila".
Nosso sexo é bom e frequente. Mas nós dois não temos lá tantas fantasias ou loucuras assim. Tenho certeza disso pois conversamos muito sobre isso e somos bem abertos um com o outro.
O máximo de diferente que já fizemos foram menages, sempre nós dois e outras mulheres.
Vejo o pessoal com diversos fetiches aqui e isso me faz pensar se não estou "deixando de aproveitar a vida" ou se estou "me fechando demais" para a sexualidade.
Ou então... se esse é o "normal" (bem entre áspas).
Então a pergunta é: até que ponto eu deveria me abrir para novas experiências? Até que ponto essa minha vida sexual boa, porém tranquila, pode ser prejudicial para o meu relacionamento?
Sei que essas perguntas são extremamente pessoais e relativas a mim, mas adoraria saber sua opinião a respeito.
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2020.08.31 05:12 bebetolittlefella Parei de ver porn

Esse é um post-desabafo sobre o porquê parei de assistir pornografia (tem 2 semanas) e o porquê de não pretender voltar. Isso não tem nada a ver com nofap, ou com alguma crítica a quem assiste ou faz pornografia, é apenas um relato bastante pessoal sobre o impacto da pornografia na minha vida e em como eu, particularmente, decidi mudar.
Há vários motivos pelos quais eu decidi parar com pornografia, mas os principais são esses (sem ordem especifica, os números sao só pq gosto de fazer listas kk):
1) Eu odeio a sensação de nao ter controle sobre minha vida, a sensação de estar viciado e de fazer algo que eu sei, enquanto estou fazendo, que isto está me prejudicando de alguma forma e mesmo assim nao conseguir parar.
2) Eu estava dormindo cada vez mais tarde porque deitava na cama pra dormir tipo meia-noite, decidia ver um porn e dava 3h30 da manhã e eu ainda estava vendo, as vezes ate sem masturbar. E aí no outro dia estava cansado, nao rendia no trabalho, ficava com dor de cabeça por ter dormido pouco (preciso de 8h, tava dormindo 5h as vezes) e isso ia tendo um efeito cumulativo durante a semana.
3) Estava ocupando boa parte do meu dia e permeando momentos que nao eram propícios, como, por exemplo, quando eu ia dar uma cagada e levava o celular pra ver um porn. Ou como quando eu levava o celular quando ia tomar banho, botava um gif de alguma travesti rabuda de algum subreddit, e apoiava o celular num lugar que nao molhava e aí ficava tomando banho e batendo punheta olhando pro celular.
4) Estava sempre precisando de "novidades" pra ter mais tesão com pornô, e acho que até "esgotei" alguns generos bem específicos que eu procurava pois nao conseguia achar mais video que eu nao tivesse visto. E aí a gente começa a buscar coisas mais "pesadas".
5) A indústria pornô é horrível e odeio saber que eu estava contribuindo pra gente muito escrota ficar rica. Alem disso, os sites de pornografia sao extremamente omissos em relação a exploração sexual, e eles têm um controle horrivel sobre o que é postado. Ex: videos de estupros reais são postados no pornhub (tem até um caso famoso que a vitima so conseguiu que tirassem o video do ar qnd fingiu q era uma advogada). Vc pode optar por assistir vídeos só amadores, pois aí sabe que nao há uma industria escrota por traz daquilo, mas muitas vezes nao tem como vc saber se o vídeo que vc está vendo é de sexo consensual, não envolve tráfico sexual, foi filmado com permissão de todos oa envolvidos, foi compartilhado com permissão de todos os envolvidos etc. Nao tem nem como vc saber que aquela guria q tu ta vendo no onlyfans nao está sendo, de alguma forma, coagida a ganhar grana postando o corpo. Provavelmente nao, mas é esse o nível de abuso que pode rolar e vc, com o pau na mao, escolhe ignorar ou nao querer ver.
6) A objetificação das pessoas. Um exemplo particular: nao conheço nenhuma mulher transexual ou travesti pessoalmente e aí, como elas tem pouquissima representatividade na TV e meios de comunicação (alem de na vida real em geral), basicamente meu contato com elas é por filmes pornôs. Isso acaba me fazendo fetichizar trans/travestis. Com mulher cis eu nao percebi uma fetichizaçao tao grande e exagerada quanto com mulher trans, mas também ocorre. Dessa forma, me abster de ver pornografia é também uma tentativa de ver as pessoas em toda sua complexidade e riqueza, e acho que isso pode me tornar uma pessoa melhor.
7) Decidi focar no meu relacionamento (monogâmico) e investir nele. Eu percebi que ficar pesquisando pornografia reforçava no meu cerebro a ideia de que eu precisava de algo FORA do meu relacionamento pra me sentir satisfeito. Alem disso, ficava fazendo comparações, querendo que minha namorada fizesse coisas x e y, e ficava chateado por ela nao ser x e y. Esse mesmo comportamento de busca "externa" acontecia de outras formas que tbm estou cortando, como ficar pesquisando mulher gostosa no instagram, ou ficar buscando as gostosas na rua. A questão é muito simples: se eu estou o tempo todo reforçando no meu cerebro a ideia de que fora do meu relacionamento há mta mulher gostosa q eu gostaria de comer, como que eu vou conseguir focar num relacionamento monogâmico e ter mais vontade de transar com minha namorada? É melhor entao eu canalizar toda essa minha energia para quem realmente importa pra mim.
8) Eu vivia reclamando que nao tinha tempo livre pra fazer as coisas q eu gosto, no entanto tava gastando mais de 6 horas por semana com pornografia, entao eu simplesmente ganhei umas 6 horas por semana pra gastar com coisas mais uteis pra minha vida.
Bem, isso é o que lembrei por agora, as razoes principais de eu ter largado pornografia. Eu já tentei largar pornografia diversas vezes, mas sempre pelos motivos errados. Aliás, nao porque os motivos em si eram errados, mas porque eles faziam mais sentido para os outros, nao pra mim. Agora, mesmo que alguns desses motivos sejam os mesmos que eu usei para tentar parar outras vezes, eles sao diferentes pq agora sao pessoais, fazem sentido para mim, cada um deles tem um impacto perceptível na minha vida e experiência pessoal. Nao to fazendo pq a galera do nofap disse q é bom (ate pq n tenho nada contra masturbação), pq algum cientista falou, ou pq algum site listou todos os problemas de consumir pornografia. Eu to fazendo porque, para minha vida e para meus objetivos, nao há mais espaço algum para pornografia. Talvez seja por isso que, de todas as vezes que eu tentei parar, essa é a primeira em que eu nao sinto que estou perdendo alguma coisa, pelo contrario, sinto que agora posso ser eu mesmo, com minha moral, meus objetivos e com o controle sobre minhas atitudes.
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2020.08.10 00:26 claudiocastagnoli Será que coloquei tudo a perder?

Olá amigos, espero que tenham tido um ótimo domingo e um dia dos pais tranquilo. Venho aqui hoje para pedir uma opinião a respeito de algo que vem me deixando muito angustiado. Contextualizando, tenho 24 anos de idade, sou homem, moro há 10 meses sozinho em uma cidade que não é a minha de origem e que ainda conheço pouca gente. Pra entender os conceitos e causas do que vou contar, é preciso contextualizar a minha situação enquanto ser humano. Eu sempre fui obeso, desde a adolescência. Por mais que isso teve um impacto sobre mim durante toda a minha vida até aqui, eu nunca sofri muito em relação a ações de outras pessoas, como bullying. Acredito que pelo fato de ser bem alto, o que disfarça um pouco os 40kgs acima do peso em que cheguei no segundo mês de quarentena. O fato de ser obeso fez com que eu me tornasse uma pessoa muito tímida, desenvolvesse fobia social e fizesse com que eu não tivesse uma iniciação amorosa, digamos assim, como a maioria das pessoas. Beijei pela primeira vez aos 19 anos de idade, perdi a virgindade aos 22, etc. Eu nunca passei pelo processo de conquista nessas situações, sempre foi algo combinado antes e mecânico, utilizando geralmente o Tinder com um perfil anônimo procurando sexo. O motivo é simples, me sinto muito inseguro e tímido para desenvolver uma relação normal com uma pessoa nesse sentido, fico muito nervoso e quando tentei, diversas coisas aconteceram, como me dar um branco terrível e eu perder todo e qualquer assunto que eu teria com uma pessoa que eu conversava quase todos os dias pela internet. Eu sou uma boa pessoa, sou uma pessoa criativa, carinhosa, atenciosa, eu modéstia parte sempre agradei as poucas meninas que chegaram a ficar comigo, pq sempre pesquisei e estudei muito sobre o que fazer pra satisfazer uma pessoa da melhor maneira possível. Uma dessas garotas, das 3 que ficaram comigo na vida, foi inclusive o mais próximo que tive de um relacionamento, que só não rendeu pq me mudei de cidade na época. Eu nunca fiquei com ninguém, no sentido de sair com uma pessoa e durante esse encontro desenvolver uma atração e terminar o encontro com um beijo ou uma noite juntos. Isso me doía, mas agora anda doendo mais, e explico o motivo.
Logo ao me mudar para esta cidade no último ano, conheci uma garota maravilhosa. Sei o quanto isso pode parecer clichê, mas eu nunca conheci ninguém igual a ela. E só de pensar na personalidade, em todo o carinho que ela me entregou desde o início, eu me emociono enquanto escrevo meu relato. O fato é que do início de 2020 pra cá nos aproximamos MUITO, mas acabamos conseguindo sair apenas duas vezes antes da quarentena começar. Foram dois rolês incríveis que me lembro sempre com certa nostalgia. Depois desse segundo rolê, começamos a nos aproximar de maneira afetiva, e é aí que minha insegurança e inexperiência começa a afetar tudo. Estávamos muito próximos, falávamos de coisas que queríamos fazer, éramos muito carinhosos um com o outro, ela foi a primeira a dizer que me amava, o que me deixou muito feliz. Estávamos muito bem, mas eu estava com medo de estar entendendo as coisas da forma errada, e como já havia sofrido com isso antes, resolvi perguntar. Resumindo, ela disse que se interessava em ter uma amizade colorida comigo. Eu disse que tudo bem, eu também queria isso (por mais que por dentro já soubesse que estava apaixonado). Depois dessa nossa conversa, conversamos posteriormente mais uma vez sobre isso, confirmando o nosso status, mas com o tempo deu uma leve esfriada, o que é normal devido à quarentena. Mas a minha mente insegura ficava sempre buscando confirmações, e sei que isso pode ter afastado ela. Marcamos um encontro em minha casa nas últimas semanas, depois de ficarmos afastados desde março. Eu fiquei MUITO empolgado, fiz de tudo pra recebê-la da melhor maneira possível, deixei minha casa arrumada, cheirosa, comprei uma roupa nova pra usar, fui ao barbeiro, usei meu melhor perfume e recebi ela. Bom, foi muito legal, fizemos várias coisas, mas não rolou nada. Mesmo com ela dando um sinal com um comentário sobre a minha cama logo na chegada. As coisas foram ficando tensas, eu estava tenso, não rolou NADA. E aí volta a questão da inexperiência de nunca ter chegado a essa situação, de ter de criar um clima pras coisas acontecerem, por sempre ter tido apenas relações mecânicas. Ela foi embora depois de passar o dia todo comigo, fiquei frustrado, e como bom inseguro, resolvi comentar com ela na noite do mesmo dia. Disse que achei que iria rolar alguma coisa mas que eu estava um pouco tenso. E ela quebrou meu coração dizendo que não queria mais. Que me ama, mas não quer isso.
Uma semana antes estávamos trocando memes sobre beijo, duas ou três semanas antes estávamos insinuando atos de carinho. Assim que ela chegou na minha casa fez um comentário que soou como um sinal. E ali, ela disse que não queria isso. 🥺 Sei que provavelmente estraguei tudo com minha ineficácia em relação a deixá-la a vontade pra ficar comigo. Nós estamos bem (mas o assunto ficar nunca mais voltou a pauta), já estamos marcando dela vir outra vez nos próximos dias pra comermos algo. Mas agora pergunto a vocês meus amigos e amigas, da forma mais humilde possível: está tudo perdido mesmo? Como posso tentar reverter essa situação?
Obrigado por tudo ❤️
(Obs: estou fazendo terapia pra tratar essas questões pessoais)
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2020.08.01 19:11 brozlame Minha jornada

Sabe eu tenho uma visão de relacionamentos diferentes da minha idade, em geral acho que minha geração tem relacionamentos muito superficiais ( a cultura do ficar). Eu tenho uma visão diferente, num relacionamento eu procuro comunicação acima de qualquer coisa, e Tb procuro ficar (no sentido de estar junto) o maior tempo possível, por razão desse pessamento não ortodoxo eu ainda sou bv. A minha jornada que vim relatar aqui é a minha procura de encontrar alguém que tenha a mesma visão que eu, já adianto é uma tarefa bem árdua, eu encontrei uma ou duas pessoas, mas ambas tinham uma visão de desrespeito ao meu sexo (que por motivos pessoais e de não querer relatar políticas e afins vou deixar escondido), a pessoa tinha o mesmo pensamento dai eu ficava com esperança que logo era destruída, pois N vejo o que me trará de bom ficar com alguém que iria me desrespeitar a todo momento. Mas é isso ai N estou triste nem algo do tipo, só queria compartilhar essa jornada que estou prosseguindo, mas adianto que não irei desistir em momento algum mesmo que eu encontre com 70 e poucos anos pelo menos terei encontrado a pessoa certa. Se quiser me desejar boa sorte nos comentários por favor fique a vontade e se quiser perguntar me o porquê dessa visão não ortodoxa Tb fique a vontade.
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2020.07.25 04:29 taenks Fui babaca por não ter ficado com um menino que eu "gosto" por causa da pandemia?

Olá Luba, editores, possível convidado, gatas, papelões e turma que está a veler minha história.
Bem a minha história é breve, e como eu sou insegura sobre minhas escolas - principalmente se tratando de relacionamentos - eu fico sempre me perguntando se fui babaca ou se fiz algo certo, e gostaria que vocês tirassem a minha dúvida ;)
Essa é um acontecimento bem recente. Cerca de um mês atrás eu cortei o meu cabelo e postei uma foto nos status do WhatsApp, e um colega meu (vamos chamá-lo de Kris) respondeu dizendo que tinha ficado bonito, e depois disse que eu tinha sumido, pois desde a pandemia eu só saio de casa pra ir ao mercado, e somente uso o WhatsApp por cauda do grupo do ClassRoom.
Confesso que eu tinha uma quedinha por ele...
Enfim, ele começou a puxar assunto comigo, sobre como eu estava e o que andava fazendo pra me distrair, conversa paralela. Então Kris de repente tocou num assunto sobre relacionamentos, e perguntou se eu estava interessada em alguém e essas coisas. Eu disse que não pois eu realmente não ligo muito pra relacionamento, - sim vou morrer sozinha - e depois de um tempo ele perguntou se ele ainda tinha chances comigo e se eu queria ficar com ele.
PS: ele já havia tentado ficar comigo à um tempão.
Estranhando, eu comecei a dar motivos para eu não ficar com ele, tanto por causa do vírus, quando porquê eu realmente não me sentia confortável e na vontade de querer ficanamorar. Mas ele continuou insistindo e insistindo que ele queria ficar comigo, e até disse pra mim mentir pra minha mãe para eu sair de casa e vê-lo às escondidas.
E eu decidi não falar de minha "quedinha" para não dar motivos para ele continuar insistindo.
Eu continuei negando, e eu já estava achando aquela situação um pouco estranha, parecia que ele queria apenas sexo, já que não no falamos desde março e nem nos vemos mais. E ele havia dito que estava na seca e eu também estava, e que séria mais lógico se a gente tivesse algo. "Você está na seca, eu também estou na seca, LOGO, a gente devia se pegar."
E como eu sou uma pessoa super insegura com essas coisas, ficava mais difícil recusar, como se ele estivesse fazendo de propósito - e deveria estar - então eu apenas disse: "Vou pensar." e paramos de conversar.
Depois disso decidi ignorar o assunto e continuar com minha vida, porém Kris sempre respondia meus status e puxava assunto comigo - coisa que ele não fazia antes - e eu decidi dar um basta. E disse tudo o que queria, que simplesmente não dava pra ficarmos juntos por questões minhas e por cauda da pandemia, eu acredito que começar algo nessa época realmente não é responsável.
O garoto se fez de desentendido e ignorou o que eu disse, mas depois disso ele havia parado de tocar naquele assunto, porém até hoje ele me manda algumas indiretas pra gente ter algo.
Por um lado, eu admito que se tudo estivesse normal e se eu fosse mais segura de si, aceitaria numa boa, mas tanto por questões pessoais quanto por causa do covid-19, eu continuei negando e negando com um pouco de apreensão.
Não sei se essa história é "digna" de ser um "Eu fui o babaca?", mas eu gostaria que me ajudassem e dissessem se fui idiota ou não em ter negado os pedidos dele.
Espero que tenham gostado da história, beijos <3 -^
PS: eu tinha os prints da conversa já que mandei tudo para um amigo, mas não sei aonde estão e acho que ficaria meio bagunçado, peço desculpas ;)
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2020.07.23 10:09 diplohora Mes estudos para o CACD - Bruno Pereira Rezende

Livro do diplomata Bruno Pereira Rezende
INTRODUÇÃO
📷📷Desde quando comecei os estudos para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), li dezenas de recomendações de leituras, de guias de estudos extraoficiais, de dicas sobre o concurso, sobre cursinhos preparatórios etc. Sem dúvida, ter acesso a tantas informações úteis, vindas de diversas fontes, foi fundamental para que eu pudesse fazer algumas escolhas certas em minha preparação, depois de algumas vacilações iniciais. Mesmo assim, além de a maioria das informações ter sido conseguida de maneira dispersa, muitos foram os erros que acho que eu poderia haver evitado. Por isso, achei que poderia ser útil reunir essas informações que coletei, adicionando um pouco de minha experiência com os estudos preparatórios para o CACD neste documento.
Além disso, muitas pessoas, entre conhecidos e desconhecidos, já vieram me pedir sugestões de leituras, de métodos de estudo, de cursinhos preparatórios etc., e percebi que, ainda que sempre houvesse alguma diferenciação entre as respostas, eu acabava repetindo muitas coisas. É justamente isso o que me motivou a escrever este documento – que, por não ser (nem pretender ser) um guia, um manual ou qualquer coisa do tipo, não sei bem como chamá-lo, então fica como “documento” mesmo, um relato de minhas experiências de estudos para o CACD. Espero que possa ajudar os interessados a encontrar, ao menos, uma luz inicial para que não fiquem tão perdidos nos estudos e na preparação para o concurso.
Não custa lembrar que este documento representa, obviamente, apenas a opinião pessoal do autor, sem qualquer vínculo com o Ministério das Relações Exteriores, com o Instituto Rio Branco ou com o governo brasileiro. Como já disse, também não pretendo que seja uma espécie de guia infalível para passar no concurso. Além disso, o concurso tem sofrido modificações frequentes nos últimos anos, então pode ser que algumas coisas do que você lerá a seguir fiquem ultrapassadas daqui a um ou dois concursos. De todo modo, algumas coisas são básicas e podem ser aplicadas a qualquer situação de prova que vier a aparecer no CACD, e é necessário ter o discernimento necessário para aplicar algumas coisas do que falarei aqui a determinados contextos. Caso você tenha dúvidas, sugestões ou críticas, fique à vontade e envie-as para [[email protected] ](mailto:[email protected])(se, por acaso, você tiver outro email meu, prefiro que envie para este, pois, assim, recebo tudo mais organizado em meu Gmail). Se tiver comentários ou correções acerca deste material, peço, por favor, que também envie para esse email, para que eu possa incluir tais sugestões em futura revisão do documento.
Além desta breve introdução e de uma também brevíssima conclusão, este documento tem quatro partes. Na primeira, trato, rapidamente, da carreira de Diplomata: o que faz, quanto ganha, como vai para o exterior etc. É mais uma descrição bem ampla e rápida, apenas para situar quem, porventura, estiver um pouco mais perdido. Se não estiver interessado, pode pular para as partes seguintes, se qualquer prejuízo para seu bom entendimento. Na segunda parte, trato do concurso: como funciona, quais são os pré-requisitos para ser diplomata, quais são as fases do concurso etc. Mais uma vez, se não interessar, pule direto para a parte seguinte. Na parte três, falo sobre a preparação para o concurso (antes e durante), com indicações de cursinhos, de professores particulares etc. Por fim, na quarta parte, enumero algumas sugestões de leituras (tanto próprias quanto coletadas de diversas fontes), com as devidas considerações pessoais sobre cada uma. Antes de tudo, antecipo que não pretendo exaurir toda a bibliografia necessária para a aprovação, afinal, a cada ano, o concurso cobra alguns temas específicos. O que fiz foi uma lista de obras que auxiliaram em minha preparação (e, além disso, também enumerei muitas sugestões que recebi, mas não tive tempo ou vontade de ler – o que também significa que, por mais interessante que seja, você não terá tempo de ler tudo o que lhe recomendam por aí, o que torna necessário é necessário fazer algumas escolhas; minha intenção é auxiliá-lo nesse sentido, na medida do possível).
Este documento é de uso público e livre, com reprodução parcial ou integral autorizada, desde que citada a fonte. Sem mais, passemos ao que interessa.
Parte I – A Carreira de Diplomata
INTRODUÇÃO
Em primeiro lugar, rápida apresentação sobre mim. Meu nome é Bruno Rezende, tenho 22 anos e fui aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2011. Sou graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (turma LXII, 2007-20110), e não tinha certeza de que queria diplomacia até o meio da universidade. Não sei dizer o que me fez escolher a diplomacia, não era um sonho de infância ou coisa do tipo, e não tenho familiares na carreira. Acho que me interessei por um conjunto de aspectos da carreira. Comecei a preparar-me para o CACD em meados de 2010, assunto tratado na Parte III, sobre a preparação para o concurso.
Para maiores informações sobre o Ministério das Relações Exteriores (MRE), sobre o Instituto Rio Branco (IRBr), sobre a vida de diplomata etc., você pode acessar os endereços:
- Página do MRE: http://www.itamaraty.gov.b
- Página do IRBr: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-b
- Canal do MRE no YouTube: http://www.youtube.com/mrebrasil/
- Blog “Jovens Diplomatas”: http://jovensdiplomatas.wordpress.com/
- Comunidade “Coisas da Diplomacia” no Orkut (como o Orkut está ultrapassado, procurei reunir todas as informações úteis sobre o concurso que encontrei por lá neste documento, para que vocês não tenham de entrar lá, para procurar essas informações):
http://www.orkut.com.bMain#Community?cmm=40073
- Comunidade “Instituto Rio Branco” no Facebook: http://www.facebook.com/groups/institutoriobranco/
Com certeza, há vários outros blogs (tanto sobre a carreira quanto sobre a vida de diplomata), mas não conheço muitos. Se tiver sugestões, favor enviá-las para [[email protected].](mailto:[email protected])
Além disso, na obra O Instituto Rio Branco e a Diplomacia Brasileira: um estudo de carreira e socialização (Ed. FGV, 2007), a autora Cristina Patriota de Moura relata aspectos importantes da vida diplomática daqueles que ingressam na carreira. Há muitas informações desatualizadas (principalmente com relação ao concurso), mas há algumas coisas interessantes sobre a carreira, e o livro é bem curto.
A DIPLOMACIA E O TRABALHO DO DIPLOMATA
Com a intensificação das relações internacionais contemporâneas e com as mudanças em curso no contexto internacional, a demanda de aprimoramento da cooperação entre povos e países tem conferido destaque à atuação da diplomacia. Como o senso comum pode indicar corretamente, o
diplomata é o funcionário público que lida com o auxílio à Presidência da República na formulação da política externa brasileira, com a condução das relações da República Federativa do Brasil com os demais países, com a representação brasileira nos fóruns e nas organizações internacionais de que o país faz parte e com o apoio aos cidadãos brasileiros residentes ou em trânsito no exterior. Isso todo mundo que quer fazer o concurso já sabe (assim espero).
Acho que existem certos mitos acerca da profissão de diplomata. Muitos acham que não irão mais pagar multa de trânsito, que não poderão ser presos, que nunca mais pegarão fila em aeroporto etc. Em primeiro lugar, não custa lembrar que as imunidades a que se referem as Convenções de Viena sobre Relações Diplomáticas e sobre Relações Consulares só se aplicam aos diplomatas no exterior (e nos países em que estão acreditados). No Brasil, os diplomatas são cidadãos como quaisquer outros. Além disso, imunidade não é sinônimo de impunidade, então não ache que as imunidades são as maiores vantagens da vida de um diplomata. O propósito das imunidades é apenas o de tornar possível o trabalho do diplomata no exterior, sem empecilhos mínimos que poderiam obstar o bom exercício da profissão. Isso não impede que diplomatas sejam revistados em aeroportos, precisem de vistos, possam ser julgados, no Brasil, por crimes cometidos no exterior etc.
Muitos também pensam que irão rodar o mundo em primeira classe, hospedar-se em palácios suntuosos, passear de iate de luxo no Mediterrâneo e comer caviar na cerimônia de casamento do príncipe do Reino Unido. Outros ainda acham que ficarão ricos, investirão todo o dinheiro que ganharem na Bovespa e, com três anos de carreira, já estarão próximos do segundo milhão. Se você quer ter tudo isso, você está no concurso errado, você precisa de um concurso não para diplomata, mas para marajá. Obviamente, não tenho experiência suficiente na carreira para dizer qualquer coisa, digo apenas o que já li e ouvi de diversos comentários por aí. É fato que há carreiras públicas com salários mais altos. Logo, se você tiver o sonho de ficar rico com o salário de servidor público, elas podem vir a ser mais úteis nesse sentido. Há não muito tempo, em 2006, a remuneração inicial do Terceiro-Secretário (cargo inicial da carreira de diplomata), no Brasil, era de R$ 4.615,53. Considerando que o custo de vida em Brasília é bastante alto, não dava para viver de maneira tão abastada, como alguns parecem pretender. É necessário, entretanto, notar que houve uma evolução significativa no aspecto salarial, nos últimos cinco anos (veja a seç~o seguinte, “Carreira e Salrios). De todo modo, já vi vários diplomatas com muitos anos de carreira dizerem: “se quiser ficar rico, procure outra profissão”. O salário atual ajuda, mas não deve ser sua única motivação.
H um texto ótimo disponível na internet: “O que é ser diplomata”, de César Bonamigo, que reproduzo a seguir.
O Curso Rio Branco, que frequentei em sua primeira edição, em 1998, pediu-me para escrever sobre o que é ser diplomata. Tarefa difícil, pois a mesma pergunta feita a diferentes diplomatas resultaria, seguramente, em respostas diferentes, umas mais glamourosas, outras menos, umas ressaltando as vantagens, outras as desvantagens, e não seria diferente se a pergunta tratasse de outra carreira qualquer. Em vez de falar de minhas impressões pessoais, portanto, tentarei, na medida do possível, reunir observações tidas como “senso comum” entre diplomatas da minha geraç~o.
Considero muito importante que o candidato ao Instituto Rio Branco se informe sobre a realidade da carreira diplomática, suas vantagens e desvantagens, e que dose suas expectativas de acordo. Uma expectativa bem dosada não gera desencanto nem frustração. A carreira oferece um pacote de coisas boas (como a oportunidade de conhecer o mundo, de atuar na área política e econômica, de conhecer gente interessante etc.) e outras não tão boas (uma certa dose de burocracia, de hierarquia e dificuldades no equacionamento da vida familiar). Cabe ao candidato inferir se esse pacote poderá ou não fazê-lo feliz.
O PAPEL DO DIPLOMATA
Para se compreender o papel do diplomata, vale recordar, inicialmente, que as grandes diretrizes da política externa são dadas pelo Presidente da República, eleito diretamente pelo voto popular, e pelo Ministro das Relações Exteriores, por ele designado. Os diplomatas são agentes políticos do Governo, encarregados da implementação dessa política externa. São também servidores públicos, cuja função, como diz o nome, é servir, tendo em conta sua especialização nos temas e funções diplomáticos.
Como se sabe, é função da diplomacia representar o Brasil perante a comunidade internacional. Por um lado, nenhum diplomata foi eleito pelo povo para falar em nome do Brasil. É importante ter em mente, portanto, que a legitimidade de sua ação deriva da legitimidade do Presidente da República, cujas orientações ele deve seguir. Por outro lado, os governos se passam e o corpo diplomático permanece, constituindo elemento importante de continuidade da política externa brasileira. É tarefa essencial do diplomata buscar identificar o “interesse nacional”. Em negociações internacionais, a diplomacia frequentemente precisa arbitrar entre interesses de diferentes setores da sociedade, não raro divergentes, e ponderar entre objetivos econômicos, políticos e estratégicos, com vistas a identificar os interesses maiores do Estado brasileiro.
Se, no plano externo, o Ministério das Relações Exteriores é a face do Brasil perante a comunidade de Estados e Organizações Internacionais, no plano interno, ele se relaciona com a Presidência da República, os demais Ministérios e órgãos da administração federal, o Congresso, o Poder Judiciário, os Estados e Municípios da Federação e, naturalmente, com a sociedade civil, por meio de Organizações Não Governamentais (ONGs), da Academia e de associações patronais e trabalhistas, sempre tendo em vista a identificação do interesse nacional.
O TRABALHO DO DIPLOMATA
Tradicionalmente, as funções da diplomacia são representar (o Estado brasileiro perante a comunidade internacional), negociar (defender os interesses brasileiros junto a essa comunidade) e informar (a Secretaria de Estado, em Brasília, sobre os temas de interesse brasileiro no mundo). São também funções da diplomacia brasileira a defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior, o que é feito por meio da rede consular, e a promoção de interesses do País no exterior, tais como interesses econômico-comerciais, culturais, científicos e tecnológicos, entre outros.
No exercício dessas diferentes funções, o trabalho do diplomata poderá ser, igualmente, muito variado. Para começar, cerca de metade dos mil1 diplomatas que integram o Serviço Exterior atua no Brasil, e a outra metade nos Postos no exterior (Embaixadas, Missões, Consulados e Vice-Consulados). Em Brasília, o diplomata desempenha funções nas áreas política, econômica e administrativa, podendo cuidar de temas tão diversos quanto comércio internacional, integração regional (Mercosul), política bilateral (relacionamento do Brasil com outros países e blocos), direitos humanos, meio ambiente ou administração física e financeira do Ministério. Poderá atuar, ainda, no Cerimonial (organização dos encontros entre autoridades brasileiras e estrangeiras, no Brasil e no exterior) ou no relacionamento do Ministério com a sociedade (imprensa, Congresso, Estados e municípios, Academia, etc.).
No exterior, também, o trabalho dependerá do Posto em questão. As Embaixadas são representações do Estado brasileiro junto aos outros Estados, situadas sempre nas capitais, e desempenham as funções tradicionais da diplomacia (representar, negociar, informar), além de promoverem o Brasil junto a esses Estados. Os Consulados, Vice-Consulados e setores consulares de Embaixadas podem situar-se na capital do país ou em outra cidade onde haja uma comunidade brasileira expressiva. O trabalho nesses Postos é orientado à defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior. Nos Postos multilaterais (ONU, OMC, FAO, UNESCO, UNICEF, OEA etc.), que podem ter natureza política, econômica ou estratégica, o trabalho envolve, normalmente, a representação e a negociação dos interesses nacionais.
O INGRESSO NA CARREIRA
A carreira diplomática se inicia, necessariamente, com a aprovação no concurso do Instituto Rio Branco (Informações sobre o concurso podem ser obtidas no site http://www2.mre.gov.birbindex.htm). Para isso, só conta a competência – e, talvez, a sorte – do candidato. Indicações políticas não ajudam.
AS REMOÇÕES
Após os dois anos de formação no IRBr , o diplomata trabalhará em Brasília por pelo menos um ano. Depois, iniciam-se ciclos de mudança para o exterior e retornos a Brasília. Normalmente, o diplomata vai para o exterior, onde fica três anos em um Posto, mais três anos em outro Posto, e retorna a Brasília, onde fica alguns anos, até o início de novo ciclo. Mas há espaço para flexibilidades. O diplomata poderá sair para fazer um Posto apenas, ou fazer três Postos seguidos antes de retornar a Brasília. Isso dependerá da conveniência pessoal de cada um. Ao final da carreira, o diplomata terá passado vários anos no exterior e vários no Brasil, e essa proporção dependerá essencialmente das escolhas feitas pelo próprio diplomata. Para evitar que alguns diplomatas fiquem sempre nos “melhores Postos” – um critério, aliás, muito relativo – e outros em Postos menos privilegiados, os Postos no exterior estão divididos em [quatro] categorias, [A, B, C e D], obedecendo a critérios não apenas de qualidade de vida, mas também geográficos, e é seguido um sistema de rodízio: após fazer um Posto C, por exemplo, o diplomata terá direito a fazer um Posto A [ou B], e após fazer um Posto A, terá que fazer um Posto [B, C ou D].
AS PROMOÇÕES
Ao tomar posse no Serviço Exterior, o candidato aprovado no concurso torna-se Terceiro-Secretário. É o primeiro degrau de uma escalada de promoções que inclui, ainda, Segundo-Secretário, Primeiro-
-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe (costuma-se dizer apenas “Ministro”) e Ministro de Primeira Classe (costuma-se dizer apenas “Embaixador”), nessa ordem. Exceto pela primeira promoção, de Terceiro para Segundo-Secretário, que se dá por tempo (quinze Terceiros Secretários são promovidos a cada semestre), todas as demais dependem do mérito, bem como da articulação política do diplomata. Nem todo diplomata chega a Embaixador. Cada vez mais, a competição na carreira é intensa e muitos ficam no meio do caminho. Mas, não se preocupem e também não se iludam: a felicidade não está no fim, mas ao longo do caminho!
DIRECIONAMENTO DA CARREIRA
Um questionamento frequente diz respeito à possibilidade de direcionamento da carreira para áreas específicas. É possível, sim, direcionar uma carreira para um tema (digamos, comércio internacional, direitos humanos, meio ambiente etc.) ou mesmo para uma região do mundo (como a Ásia, as Américas ou a África, por exemplo), mas isso não é um direito garantido e poderá não ser sempre possível. É preciso ter em mente que a carreira diplomática envolve aspectos políticos, econômicos e administrativos, e que existem funções a serem desempenhadas em postos multilaterais e bilaterais em todo o mundo, e n~o só nos países mais “interessantes”. Diplomatas est~o envolvidos em todas essas variantes e, ao longo de uma carreira, ainda que seja possível uma certa especialização, é provável que o diplomata, em algum momento, atue em áreas distintas daquela em que gostaria de se concentrar.
ASPECTOS PRÁTICOS E PESSOAIS
É claro que a vida é muito mais que promoções e remoções, e é inevitável que o candidato queira saber mais sobre a carreira que o papel do diplomata. Todos precisamos cuidar do nosso dinheiro, da saúde, da família, dos nossos interesses pessoais. Eu tentarei trazem um pouco de luz sobre esses aspectos.
DINHEIRO
Comecemos pelo dinheiro, que é assunto que interessa a todos. Em termos absolutos, os diplomatas ganham mais quando estão no exterior do que quando estão em Brasília. O salário no exterior, no entanto, é ajustado em função do custo de vida local, que é frequentemente maior que no Brasil. Ou seja, ganha-se mais, mas gasta-se mais. Se o diplomata conseguirá ou não economizar dependerá i) do salário específico do Posto , ii) do custo de vida local, iii) do câmbio entre a moeda local e o dólar, iv) do fato de ele ter ou não um ou mais filhos na escola e, principalmente, v) de sua propensão ao consumo. Aqui, não há regra geral. No Brasil, os salários têm sofrido um constante desgaste, especialmente em comparação com outras carreiras do Governo Federal, frequentemente obrigando o diplomata a economizar no exterior para gastar em Brasília, se quiser manter seu padrão de vida. Os diplomatas, enfim, levam uma vida de classe média alta, e a certeza de que não se ficará rico de verdade é compensada pela estabilidade do emprego (que não é de se desprezar, nos dias de hoje) e pela expectativa de que seus filhos (quando for o caso) terão uma boa educação, mesmo para padrões internacionais.
SAÚDE
Os diplomatas têm um seguro de saúde internacional que, como não poderia deixar de ser, tem vantagens e desvantagens. O lado bom é que ele cobre consultas com o médico de sua escolha, mesmo que seja um centro de excelência internacional. O lado ruim é que, na maioria das vezes, é preciso fazer o desembolso (até um teto determinado) para depois ser reembolsado, geralmente em 80% do valor, o que obriga o diplomata a manter uma reserva financeira de segurança.
FAMÍLIA : O CÔNJUGE
Eu mencionei, entre as coisas n~o t~o boas da carreira, “dificuldades no equacionamento da vida familiar”. A primeira dificuldade é o que fará o seu cônjuge (quando for o caso) quando vocês se mudarem para Brasília e, principalmente, quando forem para o exterior. Num mundo em que as famílias dependem, cada vez mais, de dois salários, equacionar a carreira do cônjuge é um problema recorrente. Ao contrário de certos países desenvolvidos, o Itamaraty não adota a política de empregar ou pagar salários a cônjuges de diplomatas. Na prática, cada um se vira como pode. Em alguns países é possível trabalhar. Fazer um mestrado ou doutorado é uma opção. Ter filhos é outra...
Mais uma vez, não há regra geral, e cada caso é um caso. O equacionamento da carreira do cônjuge costuma afetar principalmente – mas não apenas – as mulheres, já que, por motivos culturais, é mais comum o a mulher desistir de sua carreira para seguir o marido que o contrário2.
CASAMENTO ENTRE DIPLOMATAS
Os casamentos entre diplomatas não são raros. É uma situação que tem a vantagem de que ambos têm uma carreira e o casal tem dois salários. A desvantagem é a dificuldade adicional em conseguir que ambos sejam removidos para o mesmo Posto no exterior. A questão não é que o Ministério vá separar esses casais, mas que se pode levar mais tempo para conseguir duas vagas num mesmo Posto. Antigamente, eram frequentes os casos em que as mulheres interrompiam temporariamente suas carreiras para acompanhar os maridos. Hoje em dia, essa situação é exceção, não a regra.
FILHOS
Não posso falar com conhecimento de causa sobre filhos, mas vejo o quanto meus colegas se desdobram para dar-lhes uma boa educação. Uma questão central é a escolha da escola dos filhos, no Brasil e no exterior. No Brasil, a escola será normalmente brasileira, com ensino de idiomas, mas poderá ser a americana ou a francesa, que mantém o mesmo currículo e os mesmos períodos escolares em quase todo o mundo. No exterior, as escolas americana e francesa são as opções mais frequentes,
podendo-se optar por outras escolas locais, dependendo do idioma. Outra questão, já mencionada, é o custo da escola. Atualmente, não existe auxílio-educação para filhos de diplomatas ou de outros Servidores do Serviço Exterior brasileiro, e o dinheiro da escola deve sair do próprio bolso do servidor.
CÉSAR AUGUSTO VERMIGLIO BONAMIGO - Diplomata. Engenheiro Eletrônico formado pela UNICAMP. Pós- graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Programa de Formação e Aperfeiçoamento - I (PROFA -
I) do Instituto Rio Branco, 2000/2002. No Ministério das Relações Exteriores, atuou no DIC - Divisão de Informação Comercial (DIC), 2002; no DNI - Departamento de Negociações Internacionais, 2003, e na DUEX - Divisão de União Europeia e Negociações Extrarregionais. Atualmente, serve na Missão junto à ONU (DELBRASONU), em NYC.
2 Conforme comunicado do MRE de 2010, é permitida a autorização para que diplomatas brasileiros solicitem passaporte diplomático ou de serviço e visto de permanência a companheiros do mesmo sexo. Outra resolução, de 2006, já permitia a inclusão de companheiros do mesmo sexo em planos de assistência médica.
Para tornar-se diplomata, é necessário ser aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), que ocorre todos os anos, no primeiro semestre (normalmente). O número de vagas do CACD, em condições normais, depende da vacância de cargos. Acho que a quantidade normal deve girar entre 25 e 35, mais ou menos. Desde meados dos anos 2000, como consequência da aprovação de uma lei federal, o Ministério das Relações Exteriores (MRE/Itamaraty3) ampliou seus quadros da carreira de diplomata, e, de 2006 a 2010, foram oferecidas mais de cem vagas anuais. Com o fim dessa provisão de cargos, o número de vagas voltou ao normal em 2011, ano em que foram oferecidas apenas 26 vagas (duas delas reservadas a portadores de deficiência física4). Para os próximos concursos, há perspectivas de aprovação de um projeto de lei que possibilitará uma oferta anual prevista de 60 vagas para o CACD, além de ampliar, também, as vagas para Oficial de Chancelaria (PL 7579/2010). Oficial de Chancelaria, aproveitando que citei, é outro cargo (também de nível superior) do MRE, mas não integra o quadro diplomático. A remuneração do Oficial de Chancelaria, no Brasil, é inferior à de Terceiro-Secretário, mas os salários podem ser razoáveis quando no exterior. Já vi muitos casos de pessoas que passam no concurso de Oficial de Chancelaria e ficam trabalhando no MRE, até que consigam passar no CACD, quando (aí sim) tornam-se diplomatas.
Para fazer parte do corpo diplomático brasileiro, é necessário ser brasileiro nato, ter diploma válido de curso superior (caso a graduação tenha sido realizada em instituição estrangeira, cabe ao candidato providenciar a devida revalidação do diploma junto ao MEC) e ser aprovado no CACD (há, também, outros requisitos previstos no edital do concurso, como estar no gozo dos direitos políticos, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter idade mínima de dezoito anos, apresentar aptidão física e mental para o exercício do cargo e, para os homens, estar em dia com as obrigações do Serviço Militar). Os aprovados entram para a carreira no cargo de Terceiro-Secretário (vide hierarquia na próxima seç~o, “Carreira e Salrios”). Os aprovados no CACD, entretanto, não iniciam a carreira trabalhando: há, inicialmente, o chamado Curso de Formação, que se passa no Instituto Rio Branco (IRBr). Por três semestres, os aprovados no CACD estudarão no IRBr, já recebendo o salário de Terceiro-Secretário (para remunerações, ver a próxima seç~o, “Hierarquia e Salrios).
O trabalho no Ministério começa apenas após um ou dois semestres do Curso de Formação no IRBr (isso pode variar de uma turma para outra), e a designação dos locais de trabalho (veja as subdivisões do MRE na página seguinte) é feita, via de regra, com base nas preferências individuais e na ordem de classificação dos alunos no Curso de Formação.
3 O nome “Itamaraty” vem do nome do antigo proprietrio da sede do Ministério no Rio de Janeiro, o Bar~o Itamaraty. Por metonímia, o nome pegou, e o Palácio do Itamaraty constitui, atualmente, uma dependência do MRE naquela cidade, abrigando um arquivo, uma mapoteca e a sede do Museu Histórico e Diplomático. Em Brasília, o Palácio Itamaraty, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, é a atual sede do MRE. Frequentemente, “Itamaraty” é usado como sinônimo de Ministério das Relações Exteriores.
4 Todos os anos, há reserva de vagas para deficientes físicos. Se não houver número suficiente de portadores de deficiência que atendam às notas mínimas para aprovação na segunda e na terceira fases do concurso, que têm caráter eliminatório, a(s) vaga(s) restante(s) é(são) destinada(s) aos candidatos da concorrência geral.
O IRBr foi criado em 1945, em comemoração ao centenário de nascimento do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Como descrito na página do Instituto na internet, seus principais objetivos são:
harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática (já que qualquer curso superior é válido para prestar o CACD);
desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira;
iniciar os alunos nas práticas e técnicas da carreira.
No Curso de Formação (cujo nome oficial é PROFA-I, Programa de Formação e Aperfeiçoamento - obs.: n~o sei o motivo do “I”, n~o existe “PROFA-II”), os diplomatas têm aulas obrigatórias de: Direito Internacional Público, Linguagem Diplomática, Teoria das Relações Internacionais, Economia, Política Externa Brasileira, História das Relações Internacionais, Leituras Brasileiras, Inglês, Francês e Espanhol. Há, ainda, diversas disciplinas optativas à escolha de cada um (como Chinês, Russo, Árabe, Tradução, Organizações Internacionais, OMC e Contenciosos, Políticas Públicas, Direito da Integração, Negociações Comerciais etc.). As aulas de disciplinas conceituais duram dois semestres. No terceiro semestre de Curso de Formação, só há aulas de disciplinas profissionalizantes. O trabalho no MRE começa, normalmente, no segundo ou no terceiro semestre do Curso de Formação (isso pode variar de uma turma para outra). É necessário rendimento mínimo de 60% no PROFA-I para aprovação (mas é praticamente impossível alguém conseguir tirar menos que isso). Após o término do PROFA-I, começa a vida de trabalho propriamente dito no MRE. Já ouvi um mito de pedida de dispensa do PROFA I para quem já é portador de título de mestre ou de doutor, mas, na prática, acho que isso não acontece mais.
Entre 2002 e 2010, foi possível fazer, paralelamente ao Curso de Formação, o mestrado em diplomacia (na prática, significava apenas uma matéria a mais). Em 2011, o mestrado em diplomacia no IRBr acabou.
Uma das atividades comuns dos estudantes do IRBr é a publicação da Juca, a revista anual dos alunos do Curso de Formação do Instituto. Segundo informações do site do IRBr, “[o] termo ‘Diplomacia e Humanidades’ define os temas de que trata a revista: diplomacia, ciências humanas, artes e cultura. A JUCA visa a mostrar a produção acadêmica, artística e intelectual dos alunos da academia diplomática brasileira, bem como a recuperar a memória da política externa e difundi-la nos meios diplomático e acadêmico”. Confira a página da Juca na internet, no endereço: http://juca.irbr.itamaraty.gov.bpt-bMain.xml.
Para saber mais sobre a vida de diplomata no Brasil e no exterior, sugiro a conhecida “FAQ do Godinho” (“FAQ do Candidato a Diplomata”, de Renato Domith Godinho), disponível para download no link: http://relunb.files.wordpress.com/2011/08/faq-do-godinho.docx. Esse arquivo foi escrito há alguns anos, então algumas coisas estão desatualizadas (com relação às modificações do concurso, especialmente). De todo modo, a parte sobre o trabalho do diplomata continua bem informativa e atual.
MEUS ESTUDOS PARA O CACD – http://relunb.wordpress.com
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2020.07.16 16:29 fobygrassman ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA
Esposas infiéis são mais duradouras, limpas e autênticas do que garotas de programa
Esqueça garotas de programa transando nunca foi tão fácil! De uma dona de casa traidora real.
As mulheres casadas NÃO estão procurando relacionamentos, elas já estão nelas, estão procurando parceiros discretos e divertidos para reacender e explorar sua sexualidade.
As garotas de programa estão sempre procurando extrair mais dinheiro de você. Você nunca sabe com quem eles acabaram de fazer sexo e isso torna impossível também fazer sexo apaixonado com eles.
Quantas vezes você ficou com tesão e decidiu pedir uma garota de programa? Então, depois de ter um encontro decepcionante, lamento totalmente gastar tanto em ganhar pouco!
Sempre que você liga para uma garota de programa, está jogando. Jogando com sua saúde e com sua experiência.
Ela será parecida com as fotos dela?
A mesma garota das fotos vai aparecer?
Ela será anti-higiênica?
Ela será hostil?
Ela vai tratá-lo com um mau atendimento ao cliente?
Eu sei o que você está pensando,Eu sei o que você está pensando,
MAS AS MENINAS DE CHAMADA SÃO MUITO MAIS SIMPLES!
Não é verdade!
Sim, uma garota de programa fica a apenas uma ligação, mas toda vez que você a vê, paga. Você paga com dinheiro suado. Pense em quanto tempo você precisa trabalhar para pagar por uma garota de programa.
10 horas?
20 horas?
Portanto, nenhuma garota de programa não está a um telefonema de distância, elas têm +10 horas de trabalho E uma ligação de distância.
Além disso, as garotas de programa não se importam com você ou precisam de você.
Depois de conhecer uma esposa realmente insatisfeita e dar a ela a atenção que lhe falta, você experimentará a diferença entre uma garota de programa e uma mulher de verdade.
Esposas insatisfeitas são gratas por encontrar um homem que possa agradá-las!
As esposas infiéis têm todos os benefícios e nenhum dos problemas das garotas de programa:
Conhecer as preferências sexuais do seu parceiro = melhores experiências sexuais
O envio de mensagens maliciosas acelera sua semana de trabalho;)
Verdadeira paixão e emoção de ambos os parceiros!
Limpo, Seguro e Legal.
Não constantemente tentando manipular você.
A verdade é que as mulheres ficam excitadas quando estão se escondendo e tendo encontros secretos. Esposas insatisfeitas querem ser suas garotas de programa pessoais, mas elas precisam de um pouco de incentivo e você precisa incentivá-las de uma maneira elegante e elegante.
Você não pode tratar mal as esposas infiéis da maneira que pode com uma garota de programa, mas elas também não o tratam mal como uma garota de programa. Eles não vão contar o relógio quando estão com você.
Se você acha que encontrar uma mulher casada sozinha é ainda mais difícil, pense novamente.
Você não pode ser um idiota e acha que atrairá uma mulher casada para ser sua garota de programa pessoal.
De fato, existem dicas e truques para encontrar um o mais facilmente possível aqui >>
Siga estas etapas simples e você encontrará uma esposa insatisfeita e fará dela sua garota de programa pessoal em menos de uma semana.
VOCÊ PRECISA SE INSCREVER NO ASHLEY MADISON SE QUER ENCONTRAR MULHERES INFELIDAS
E lembre-se de que você pode repetir essas etapas e encontrar uma nova esposa traidora sempre que quiser!
  1. Tire uma boa foto de si mesmo. Não precisa incluir seu rosto, pode ser discreto. Muitos perfis em ashley madison não têm fotos de rosto públicas (geralmente em sua galeria de fotos particular). Esta imagem pode ser do seu corpo ou você de fato bem ajustado (sem o rosto).
  2. Escolha um nome de usuário atraente! Esta é a primeira coisa que as mulheres veem depois da sua foto. Escolha algo descritivo ou divertido.
  3. Destaque sua necessidade de discrição. Isso aliviará as preocupações das mulheres sobre sua própria discrição.
  4. Crie uma mensagem de introdução bem pensada que você possa enviar para muitas mulheres.
  5. Torne sua galeria privada irresistível. É aqui que você inclui suas melhores fotos.
  6. Configure uma data discreta!
Traindo esposas vs garotas de programa Todos nós procuramos garotas de programa no google. Mas existe uma enorme lacuna entre ponderar e pesquisar na web a sua garota de programa mais próxima. Existem vários, mas eles são extremamente estigmatizados - por razões óbvias. Garotas de programa não são para todos, mas o sexo certamente é. Por isso, seria melhor encontrar uma alternativa para garotas de programa. Criamos um substituto para as garotas de programa, para aquelas que estão interessadas em saber como a alternativa funciona. Espero que minha experiência e discernimento possam lhe dar uma ou duas coisas para questionar, e talvez até abrir você para garotas dispostas a dormir com você gratuitamente! Por que você deve procurar alternativas para escoltar serviços? Se você ouvir alguém se gabar de uma escolta, precisará sentar esse homem e ter um momento de clareza. Mas deixe esse argumento de lado, posso escrever um romance inteiro para você. Deixe-me começar com algumas dicas. As acompanhantes são desassociadas Não é incomum pagar por sexo, mas é ilegal na maioria dos países e ajuda uma indústria bastante cruel a tirar vantagem de membros da sociedade desprovidos de frustração. Acompanhantes NÃO GOSTAM DE VOCÊ Este é o meu argumento número um por não dormir com acompanhantes. Eles não teriam dormido com você se você não pagasse. Eles não gostam necessariamente do sexo ou querem vê-lo ligado. Geralmente é por isso que gosto de sexo - porque me excita vê-la gostosa e gostosa quando ela olha para mim. Acompanhantes não são higiênicos Os acompanhantes dormiram com toneladas de homens. Pense em quantos homens a garota de programa que você está vendo dormiu naquele DIA! Se você vir uma garota de programa ou uma acompanhante às 20h, provavelmente já dormiu com pelo menos dois homens antes daquele dia. Imagens falsas As acompanhantes raramente aparecem em suas fotos. Você tem sorte se a mesma mulher aparecer. Você pode dizer que isso também pode acontecer em um site de namoro ou em uma sala de bate-papo para adultos, mas eu diria que a probabilidade de ser "pescada" por uma mulher em um site de namoro é menor do que por uma garota de programa. A maioria das acompanhantes encontra-se com suas imagens. Com segurança Eles afirmam ser seguros e testados todos os dias, mas você nunca pode ter certeza. Isso significa que qualquer homem que não seja estúpido usará camisinha 100% das vezes que dorme com uma garota de programa ... e todos sabemos que preservativos não são divertidos.
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2020.06.09 17:47 Rors__chach Estou sendo proibido de ver minha filha, o que devo fazer? (Medida protetiva) (alienação parental)

Longo desabafo..
Meu primeiro post no sub, e gostaria de fazer um desabafo de uma situação que está me matando por dentro.
Conheci a mãe da minha filha no tinder, notei que era ex do primo do meu melhor amigo, ninguém tão próximo a mim, então resolvi investir. Papo ótimo, resolvemos nos conhecer e foi muito bom, adoramos. Então fiquei curioso e resolvi perguntar pro meu melhor amigo a respeito dela que até então não estava sabendo de nada. Ele disse mais ou menos assim: “cara pula fora que é roubada, parece que se separaram porque ela traiu ele e tals.” Daí fiquei meio assim, mas resolvi pensar que podia ser diferente (porque estava bom demais pra ser verdade). Então fiquei com o pé atrás, questionei ela sobre, se realmente estava tudo superado e ela poderia seguir em frente e ela disse que sim. Acontece que eu sempre notava uma indiferença, um tal afastamento, tímida demais, isso foi com o desenrolar de umas 3 semanas ficando. Daí quando começamos a namorar, (detalhe, eu morava numa cidade e ela em outra e nos víamos seguidamente na semana, mas tinha 62km que nos mantinham longe) ela logava muito no google dela no meu pc e numa dessas quando fui sair, notei na pagina principal de privacidade do google que ela tinha pesquisado “como voltar com o ex?” “Nao aguento mais quero voltar com o ex”, logo em baixo tinha “pinto pequeno”, “pinto fino”. Já associei que poderia ser eu que ela estaria se referindo e fiquei magoadíssismo. Acabei o namoro, ela correu atrás de mim veio pra cidade que estava morando tentando explicar que nao era isso que ela estava confusa em relação a isso e que nao estava conseguindo me explicar que gostava muito de mim e do nosso sexo e que o lance do penis ela não sabe porque pesquisou porque acha meu pau maravilhoso e inclusive goza cmg e tal q nao era nada disso...
Eu acreditei, voltamos a namorar e adivinhem.. ELA FICOU GRÁVIDA! Sim, e como ela passou uma semana inteira na cidade onde eu estava, contando com o tempo do sexo, o tempo do feto, o mes do atraso, da certinho na semana que ela estava la, e sempre transamos sem camisinha porque ela falou que tinha um cisto e era impossível engravidar. Eu segui complexado, fazendo técnicas e exercícios jelqi, bomba, e essas paradas de aumento. Nós não tínhamos um certo grau de amizade, eu era meio desconfiado. E o pior aconteceu, ela começou a me tratar super mal e ficar emotiva demais e viver me correndo e me tratando feito lixo, (li que era por culpa dos hormônios e resolvi insistir), só que então nós brigavamos muito por essas histórias de ex e ela era muito atacada sempre, mudou demais. Más sempre transávamos parecia que tínhamos obsessão nesse assunto, e ate inclusive hj sei que fiz ela muito feliz na cama e meio que curei esse trauma, mas ainda existe. Enfim, um dia estávamos tão afastados tão com nojo de tudo que tava rolando, dai eu ia na casa de amigos e tal (mas sempre participando da gravidez, enxoval e essas coisas), e o meu melhor amigo me disse que tinha uma coisa pra me contar, era que o primo dele tinha recebido um sms de feliz aniversário DELA dizendo “saudades (coração vermelho)” Eu acabei com ela pela segunda vez. Sai pra festa comi gente, me enlouqueci porque sempre quis ser pai e ter um relacionamento estável, antes disso fui noivo, e nao deu certo também. Ela entrou muitas vezes em contato, nunca assumindo o erro. Ate que um dia ela veio aqui em casa chorando se explicou toda e eu? Eu voltei. Mas fiz ela prometer que nunca mais essa história de ex de novo. E enquanto isso por eu fazer tal cobranças, ela começou a me taxar de controlador e que eu estava pensando demais nessa história “abusivo”. As amigas delas todas são do movimento eu respeito e tudo bem, mas não sou assim. E começaram as brigas de novo (e eu querendo evitar por ela estar grávida). Até que um dia brigamos feio e ela me empurrou e me deu vários socos de raiva e confesso que peguei os braços dela e encostei ela na parede pra ela parar. Ela saiu chorando, colocou medida protetiva e me vendeu por ai como violentador doméstico. Nunca nem morarmos juntos. Enquanto isso, eu provei todos os sentimentos de culpa possíveis no meu sofá, entrando num estado de coma profundo com hábitos erradíssimos, como fumar muita maconha e ficar vendo serie o dia inteiro, fiquei desenpregado e pagava alimentos gravídicos pra ela, vendi meu pc pra pagar um dos meses. Então começamos a nos falar de novo, ficamos de novo, transamos de novo, até brigar por um pedido de guarda dela que ela fez enquanto estava “bem” comigo. Fiquei puto e separei de novo. Fiquei com as meninas da minha faculdade e tals trabalhava, levantei da depre, consegui respirar sem ela. E varias brigas na justiça, até que o amor da minha vida nasceu. Desde o hospital ate quando eu podia eu estava vendo a minha filha, comprava as coisinhas pra ela e ela foi crescendo. E uma vez elas brigaram comigo porque eu estava vendo demais a criança e elas tinham intimidade também (ela e a mãe dela). Falei que era presente e ia respeitar mas eu so vi dois dias naquela semana e rapidamente entao nao sabia q estaria atrapalhando. Brigaram comigo eu tbm briguei e fiquei puto e foram na casa da minha mae onde deu maior briga e adivinhem?? “Medida protetiva” de novo! Ficamos em media um mes sem ver a minha filha porque ela era de colo e nao podia chegar perto. Duas semanas após a audiência, começamos a nos falar de novo, eu participei mais, nao ia so aos domingos, ela me pedia coisas grandes do tipo, cadeirinha e bebe conforto. Eu fui me aproximando de novo e mais uma vez ficamos de novo, mas so que vivemos uns 3 meses sem brigar como se fôssemos familia mesmo eu ate dormia la todos os dias. Mas o passado nao parava de assombrar ela e ela vivia dizendo que eu abandonei ela gravida e ficava me botando pra baixo e um dia brigamos serio de discutir de novo, dessa vez nao me aguentei, xinguei ela como ela me xinga no whats, criei prova contra mim mesmo, mandando ela longe no máximo, mas enfim, ela conseguiu desenhar em mim um “agressor” pra sociedade, na última audiência o juiz chamou ela de mimada. A minha mae detesta ela e acha ela futil e interesseira, sem contar que vive nesse mundo de “de ferias com ex” que so se fala em relacionamento como se fosse o centro do mundo. Tive apego fdp por ela, hoje tem uma mistura de nojo de decepção e o afastamento entre eu e minha filha e completamente nocivo pra minha filha ela precisa do pai dela e é apegada em mim. Nao posso negar que fiquei decepcionado com ela, mas o sentimento maior e do apego pela criança, ela é exatamente igual a eu quando era pequeno, é parte da gente. Desculpem pelo logo desabafo, mas precisava soltar isso pra fora. Fica a pergunta, o que devo fazer daqui pra frente em termos legais, pessoais e psicológicos em relação a essa história que me consumiu por dois anos.
Obs1: Ela ja assumiu nas últimas transas que coloca medida como birra porque e o que ela tem pra me atingir. Sem contar que fica sempre me chamando de pai de merda, progenitor. E fica carregando a bandeira de mãe solo que a vida dela é sofrida, mas tem pensão tem renda externa a renda da mae e tudo que ela e minha filha precisar.
Obs2: tenho mãe, irmã, afilhada e sobrinha, filha, tive ex mulher e ex noiva, e essas são meu atestado de sanidade, as testemunhas que sou um ser humano que tem carinho e empatia.
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2019.12.03 05:43 eidbio Sejam bem-vindos e leiam as regras!

Sintam-se à vontade para postar e comentar seus relatos, pedir conselhos e descrever seus fetiches nesta comunidade. Farei o possível para tornar este um ambiente saudável para todos vcs. Ficaremos gratos se vcs divulgarem o sub da maneira como puderem.
Lembrem-se das regras:
  1. Preconceito e sexismo
Discurso de ódio, comentários sexistas e outras demonstrações de preconceito, mesmo que "de brincadeira", não serão toleradas. Julgamentos depreciativos contra o OP também não são bem-vindos.
  1. Objetificação e assédio
Qualquer comentário abusivo ou que demonstre interesse sexual em outro usuário do sub, seja convidando pra chat ou pedindo fotos, será excluído.
Convidar pra chat sem intenções sexuais não é proibido, mas recomendamos que evite, pois isso pode induzir usuários desavisados a violar esta regra.
  1. Pornografia e conteúdo explícito
Fotos e vídeos eróticos do próprio usuário ou de outras pessoas não são bem-vindos nesta comunidade. Oferecer atividades relacionadas à prostituição ou à venda de produtos eróticos também não é permitido. Procure outro lugar caso queira se expor (putaria ou brgonewild, por exemplo).
Esta regra valerá também para quem se expor por causa de alguma dúvida relacionada à própria saúde. Neste caso, recomendamos que procure um médico.
  1. Comportamento tóxico
Ofensas pessoais, xingamentos, deboches ou qualquer outra forma de intimidação resultarão em banimento temporário ou permanente, dependendo da gravidade.
  1. Spam
Comentários ou posts divulgando produtos ou sites prometendo soluções "milagrosas" para disfunção erétil, aumento do pênis ou similar serão automaticamente excluídos por spam e, dependendo do conteúdo e da frequência dos posts, poderão resultar em permaban.
  1. Conteúdo não relacionado
Tópicos sem relação com a proposta desta comunidade serão excluídos ou trancados. Cabe ressaltar que o tema do sub é "sexualidade" e não "relacionamentos". Se o seu post for sobre relacionamentos, ele precisa obrigatoriamente ser sobre sexo também. Caso seja apenas sobre relacionamentos mas não sobre sexo, procure o desabafos.
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2019.11.23 05:53 matheusraulsa Destruindo a Ejaculação Precoce Funciona? [MÉTODO CASEIRO]

Destruindo a Ejaculação Precoce Funciona? [MÉTODO CASEIRO]
O que é o Guia Destruindo a Ejaculação Precoce?
Guia Destruindo a Ejaculação Precoce é um método 100% natural, simples e eficaz. Esse método foi criado para pessoas que sofrem com esse problema que constrange tanto os homens na hora do sexo. E pensando nisso o Marcelo Nogueira desenvolveu esse método que apresentou resultados incríveis!
O Livro do Marcelo Nogueira se tornou um Best Sellers da área de relacionamentos, pois é muito difícil você achar algum tratamento para ejaculação precoce que funcione e não apresente riscos a saúde. Mas sim, o Guia Destruindo a Ejaculação Precoce criado pelo Marcelo Nogueira é um sucesso, pois assim que você adquire o livro já pode começar a colocar todos os ensinamentos em prática, e descobrir como pode ser mais simples do que parece para aprender como controlar a ejaculação precoce.
📷
Benefícios
MAIS SEGURANÇA NOS RELACIONAMENTOS.
AUMENTO DA AUTOESTIMA E MAIOR PODER DE SEDUÇÃO.
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Como devo aplicar o Método?
O Método deve ser aplicado no dia a dia, de preferência de manhã antes de começar o trabalho. Logo nos primeiros dias, seguindo as atividades e praticando o que está escrito no Guia, já será possível sentir grande diferença na duração do sexo, sendo que os resultados concretos e definitivos chegam em 4 semanas.
Neste período de tempo, seguindo as atividades, será possível provocar orgasmos intensos e duradouros e durar o tempo que quiser durante o ato sexual.
O Guia Destruindo a Ejaculação Precoce é tão eficaz que concede garantia de 30 dias e 100% de satisfação. Com essa garantia, quem adquire o Método, pratica de acordo com o que está escrito no Guia e se não ficar satisfeito com os resultados obtidos, terá o dinheiro devolvido integralmente, sem nenhuma burocracia.
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2019.06.26 19:16 oronaldosantiago Maca X Power Funciona Mesmo?Maca X Power Funciona?Maca X Power Para Que ...

Muitas pessoas se perguntam se o Maca X Power Funciona Mesmo e neste vídeo eu vou esclarecer tudo, para que serve, onde comprar o maca x power então presta atenção nesse vídeo que eu também tenho um alerta pra quem quer comprar o Maca X Power.
Nós, homens das mais diversas faixas etárias, temos muitos anseios diferentes no nosso cotidiano. Queremos ter êxito na profissão, na família e nos relacionamentos.
O sexo faz parte desse contexto também. Afinal, se a intimidade entre os lençóis vai mal, todo os resto vai mal também. É ou não é verdade?
Se você:
Então o MacaXPower Funciona e pode ser exatamente o que você está a procura para melhorar seu desempenho.

MACA X POWER PARA QUE SERVE

Este é um suplemento estimulante, à base de maca peruana e cafeína. Sua função no nosso organismo é de equilibrar a testosterona e dar mais vigor e disposição.
Maca X Power diretamente nas questões sexuais que mais preocupam o público masculino. Por isso, ele tem se tornado um aliado para que o sexo tenha mais potência e para que o homem demonstre o seu melhor entre quatro paredes.

MACA X POWER COMO USAR

Cada embalagem de Maca X Power tem 60 cápsulas de 480 mg. Essa dose é bem equilibrada e atende com primor às demandas do nosso corpo.
Para conseguir ver os resultados na prática, no entanto, recomenda-se que a gente tome pelo menos 2 cápsulas todos os dias. Uma pela manhã, para sentirmos mais ânimo no decorrer das atividades cotidianas. E outra a noite, para ter um sexo poderoso e memorável.
Esse tipo de estratégia, a meu ver, é muito mais leve e benéfica do que quando recorremos à medicamentos sintéticos como o Viagra.
O Maca X Power é um “Viagra natural”, com a vantagem de não oferecer riscos à saúde do coração.

MACA X POWER FUNCIONA MESMO

Maca X Power pois revoluciona a vida sexual do homem, pois seus ingredientes potencializam a produção hormonal, inclusive proporcionando mais fertilidade aos espermatozoides.
Não é por mero acaso, que vários casais tomam maca peruana quanto querem ter filhos.
Esse conhecimento milenar, está à nosso inteiro dispor em simples cápsulas. Ou seja, é uma maneira muito prática de conquistar o poder na cama que a gente sempre sonhou.
Além da questão da fertilidade, também vale mencionar que os corpos cavernosos do pênis se expandem com a ajuda da maca peruana.
Assim, a cada ereção o pênis cresce diversos centímetros, fazendo com que o homem se sinta mais seguro de si e arrase. E quando falamos de tamanho peniano, é claro que ele é documento.

MACA X POWER ONDE COMPRAR

Para Comprar Maca X Power, basta entrar no site oficial ou no link que eu vou deixar para você aqui neste post.
Não recomendo a aquisição em qualquer outro site de e-commerce como o das Americanas, Mercado Livre e Submarino.
Se você preza pela própria saúde e pelo seu bem estar, vá direto à fonte. Comprando do distribuidor, temos acesso à vantagens exclusivas e temos certeza da originalidade das cápsulas.
A plataforma de pagamento é bem segura e não expõe nossos dados pessoais ou financeiros. A relação entre o custo e o benefício do produto é ótima.
Mas mesmo sendo barato, tem como parcelar em até 12 vezes. Para isso, são aceitos vários cartões. Quem preferir, também pode fazer no boleto registrado. Mas aí é só para as compras à vista.
Outra coisa importante de falar a respeito é sobre a entrega.
Ela é realizada em pouquíssimos dias e num pacote bem discreto, sem qualquer menção ao tipo de produto que foi comprado. Eu, particularmente, acho isso importante.
submitted by oronaldosantiago to u/oronaldosantiago [link] [comments]


2018.06.26 19:29 joaohonesto [Discussão] Consentimento para Sexo, Mentiras e Enganação

Fala galerinha.
Tava nos subs gringos e vi essa postagem, falando sobre "Rape by Deception", que vou livremente traduzir para "Estupro por Mentira".
Li todas as respostas, as críticas e as possíveis soluções sobre o problema, que basicamente resume-se a: se uma pessoa mente, esconde, omite ou engana outrem para obter consentimento sexual, essa pessoa praticou um crime de estupro ou não?
Na wikipedia em inglês sobre rape by deception tem alguns casos notáveis que levam a questão quase ao absurdo, como um caso no qual uma mulher fingiu ser um homem para transar com outra mulher e, só depois de transar 10 vezes, a moça enganada descobriu. Por mais estranho que eu possa achar como uma moça fingiu ser homem durante 10 transas, vamos pular essa parte e ir para o importante: mentir sobre seu sexo aparentemente é um limite razoável para definir um "estupro por mentira".
OK, mas a questão fica bem mais complexa para casos corriqueiros e menos drásticos como esse acima. As pessoas, quando saem em busca de um parceiro amoroso e sexual, tentam mostrar o melhor de si, disfarçando falhas de personalidade ou não compartilhando temas privados sensíveis ou, ainda, evitando por completo assuntos espinhentos como aborto, drogas, religião, política, renda familiar etc... Afinal, ninguém cola num primeiro encontro e diz "aê, vc é a gatinha do Tinder? Falando nisso, quando eu tinha 19 anos fui preso por roubo e eu odeio gente que come carne" ou "Oi lindo, eu sou a Fulana; tenho nojo de quem é a favor do aborto e eu nunca ficaria com alguém que votou no Lula pra presidente; além disso, tô sem emprego há 3 anos e moro de favor na casa da minha tia".
Nesses casos, essa questão da mentira e da omissão no consentimento sexual fica, na minha opinião, bem complexa. Mentir sobre a própria renda pra "parecer mais rico", omitir um histórico criminal, ou enrolamudar de assunto sobre seu posicionamento sobre temas moralmente delicados é grave o suficiente para ser considerado uma ofensa ao consentimento da outra parte? E quanto a mentir sobre seu passado sexual ou de relacionamentos?
É realmente bem complicado. Uma pessoa tem todo o direito do mundo de querer se relacionar com um parceiro virgem, que tenha as mesmas posições sobre determinados temas morais, ou que tenha um certo nível financeiro: estamos numa sociedade livre em que as pessoas podem ter essas, e qualquer outra, preferências. A pessoa, inclusive, pode ter opiniões fortíssimas sobre os indivíduos que não se enquadrem nessas preferências, desde que não externalize essas opiniões de modo ofensivo (pois pensamento não é criminalizado): "quem votou no candidato X é nazista escroto"; "quem é a favor de aborto é um assassino que vai pro inferno"; etc etc...
Mas mentir ou omitir sobre esses temas extremamente pessoais e delicados é o suficiente para configurar uma ofensa ao consentimento sexual? Eu não sei.
Queria uma conversa legal com vocês, para debater sobre o tema.
submitted by joaohonesto to brasil [link] [comments]


2018.05.06 00:26 Pockatansky Masculinidade e relações amorosas

Olá, pessoal. De maneira breve, gostaria de dizer que namoro com uma garota mais jovem que eu (2 anos) há aproximadamente 3 anos. Sempre tivemos um bom relacionamento, sempre fui fiel e (creio eu) ela também. Passamos por momentos difíceis no passado, em relação à carreira profissional, saúde, família e ao processo de amadurecimento em si, mas sempre estivemos juntos e eu posso dizer que sempre tive o cuidado e o carinho dela.
Pois bem. Sempre tentei ostentar uma imagem masculina muito forte: emocionalmente estável, sólido, pragmático, sexualmente potente etc.; mas, diante de toda a carga de stress que tenho suportado, tenho me sentido vulnerável. No último mês, venho percebendo que alguns problemas familiares meus estão afetando absurdamente o meu "estado de espírito", e, em consequência, o meu relacionamento. Sinto-me mais ansioso, paranoico, inseguro. Nunca fui um sujeito muito ciumento, mas nas últimas 2 semanas tive pequenas discussões com minha namorada por conta de besteiras, como o fato de ela olhar pra alguma direção e eu presumir que ela estivesse olhando para alguém, ou de ela demorar um pouco mais pra responder no WhatsApp etc. Além disso, tenho sentido que toda essa instabilidade emocional tem afetado também o meu desempenho sexual. Nunca fui um "deus do sexo" nem nada do tipo, mas sempre tive a certeza de que proporcionava muito prazer para a minha parceira durante o ato, só que nas últimas relações nossas eu não tenho conseguido o mesmo desempenho que normalmente conseguia apresentar. Isso, além de toda a paranoia narrada, tem me gerado uma insegurança tremenda, chegando ao ponto de questionar se tal fato não seria suficiente pra que minha namorada me traísse ou desse um "pé na bunda".
Diante disso, questiono a vocês: até que ponto um homem deve "se abrir" emocionalmente para uma mulher? Sinto que sempre pude expor para a minha namorada todos os problemas pessoais que tive, mas nesses últimos tempos tenho me sentido inseguro, com medo de que pudesse passar uma imagem de "fraco" e que isso causasse algum tipo de rejeição por parte dela. Se possível, gostaria que vocês deixassem conselhos de como lidar com essa situação, pois sou relativamente jovem e não tenho uma figura masculina familiar com quem eu possa desabafar - sobretudo pelo fato de eu realmente gostar dessa mulher e querer construir um relacionamento duradouro e sólido com ela, algo que contraria o padrão de "garanhões" dos homens da minha família. Obrigado pela atenção, abraços!
submitted by Pockatansky to desabafos [link] [comments]


2016.12.13 19:12 Izoork Não é r/relationships mas vai ter desabafo sim

Apesar de ser uma pessoa consideravelmente reservada sempre sinto uma enorme necessidade de conversar quando passo por isso. Um relacionamento meu acabou de acabar pelas mesmas razões que outro mas nem isso me ajuda a saber pra onde melhorar.
Contexto: No meu primeiro relacionamento eu tinha 19 anos e ela 25, neste de agora estou com 21 e ela 23. Não se enganem, eu não busco mulheres mais velhas, simplesmente acontece. Em ambos tudo começou muito bem, química incrível em todas as áreas do relacionamento inclusive no sexo - principalmente no mais atual -, mas ambos também decaíram da mesma maneira. Passados aqueles meses de paixão onde o desejo de um pelo outro é sem controle tudo esfriou demais nos tornando mais em um casal de amigos do que de namorados. É claro que isso não é saudável e gerou muita frustração e afastamento por ambas as partes.
O que tenho pra falar aqui é com foco no mais recente mas englobando o primeiro. Ambos decaíram e terminaram com minha ex-SO falando que sou incrível, que eu não fiz nada de errado, que sou o namorado perfeito e esse afastamento é por dificuldades pessoais delas. Esse discurso se manteve mesmo depois do término, mas vocês se enganam se pensam que eu acho bom. Preferia ter ouvido exatamente o que eu fiz de errado, quais minhas falhas e meus defeitos pra poder trabalhar neles. Nao consigo acreditar que dois relacionamentos acabaram da mesma maneira e eu não tenho culpa nisso.
É horrível sair de um relacionamento onde os dois se gostam e se dão bem, mas estão distantes demais. Minha ex está passando por diversos problemas pessoais, crises de ansiedade, indícios de depressão e segundo ela problemas antigos de baixa libido. Nunca cobrei ela disso pra não tornar a vida dela mais difícil, mas não da pra dizer que passar meses dormindo na mesma cama que ela sem nada acontecer não tem seu preço no relacionamento.
Depois de dar esse contexto todo chego ao que me faz me sentir pior. Não terminamos por brigarmos, não nos darmos bem nem não nos gostarmos. Terminamos pelo distanciamento que a falta de contato e desejo criou, e não é a primeira vez.
O pior de tudo é que não sei o que fazer pra melhorar, pra evitar que isso aconteça de novo com outra pessoa. Ouvir que sou um bom namorado e que não faço nada errado é não receber as direções pra me tornar alguém melhor, mesmo que tarde demais pra salvar o que passou. É horrível o prospecto de que tudo pode se repetir em um outro momento e eu ainda nem saiba o que to fazendo errado.
Apesar de saber viver solteiro muito bem, quando namoro me apego e invisto muito no relacionamento. Me faz me sentir muito mal tudo isso que acontece e se repete. Falar sobre isso me faz me sentir melhor, mesmo que ninguem leia ou que não saibam o que me falar. Obrigado pela atenção :)
Tl:dr Relacionamentos acabando pelo mesmo motivo e sem ideia de que caminho seguir ...
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